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Brasileiro desbanca EFIE e ensina gringo como fazer HHO

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ET-e-HHO-existe escreveu:Todo o assunto deve ser visto nesse link:



http://forum-hho.forumeiros.com/t189-pressao-no-map-x-aumento-de-consumo

hahahahaha, assim você quebra os caras. Vá ! Também não é tanto assim, é só uma idéia lançada, ainda em muita coisa para descobrir.

Me responde uma coisa: vi o Acalister mencionar o uso de bolinhas de alumínio atuando como anodo e usando alta tensão, sabe alguma coisa disso ?

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Marcelo as veze temos de por uma mensagem forte para balançar crenças antigas e enraizadas, por isso o titulo “Brasileiro desbanca gringos e detona uso de EFIE” é ótimo para fazer pensar. Agora tu segura essa responsabilidade.

Eu já cansei de argumentar que não pode sobrar oxigênio por adicionar HHO, não faz sentido de jeito algum. O melhor que pude argumentar para que sobre oxigênio com adição de HHO seria se a redução dos NOx promovido pelo HHO, que consomem oxigênio, deixasse um pouco de oxigênio extra que não foi consumido pelos NOx. Outra possibilidade seria do HHO, ou o vapor que vem junto, que apagasse um pistão ou outro sobrando oxigênio por simplesmente não haver queima. Agora, preciso dizer que isso foi argumentações desesperadas para mostrar que não faz o menor sentido acreditar nisso, mesmo quando se tenta achar uma explicação?

Pior ainda foi a explicação do Skill.Marco, sujeito que tem um motor na bancada só para testar HHO, coisa que sempre disse ser necessário e ninguém tenta. Só que com tanta dedicação e experiência ele chegou à conclusão que o hidrogênio do HHO se queima com o carbono do combustível e deixa sobrar todo o oxigênio que deveria queimar esse carbono e hidrogênio, contrariando o que se chama de combustão. É esse o nível da loucura ensinado pelos gringos e acreditado em todo o mundo.

Existe já uma indústria falsa de EFIE, com a VOLO se aproveitando da oportunidade e outras empresas sendo criadas só para dar lastro a essa farsa.

Ai tu aparece dizendo que não existe sobra de oxigênio algum, que não é a sonda lambda que está sendo destorcida pelo HHO, que é o sensor MAP, acabando com toda uma teoria e armação de ganhar dinheiro dos bobos. Tu foi pego no meio de uma guerra de informção e virou arma de ataque.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:....
Me responde uma coisa: vi o Acalister mencionar o uso de bolinhas de alumínio atuando como anodo e usando alta tensão, sabe alguma coisa disso ?

Tu lembra do "mestre dos magos" no desenho "caverna do dragão"? Esse é o André, suas dicas mais confundem que esclarecem.

Tenta perguntar a ele e vê se ele responde coisa com coisa.

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ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:....
Me responde uma coisa: vi o Acalister mencionar o uso de bolinhas de alumínio atuando como anodo e usando alta tensão, sabe alguma coisa disso ?

Tu lembra do "mestre dos magos" no desenho "caverna do dragão"? Esse é o André, suas dicas mais confundem que esclarecem.

Tenta perguntar a ele e vê se ele responde coisa com coisa.


Não estou querendo causar discordancia com sua colocação anterior, sobre a sonda lambda, mas conforme explicações técnicas, a sonda lambda identifia combustivel pobre ou rico conforme quantidade de oxigenio.
Funcionamento do sensor de oxigênio

Os sensores lambda trazem em sua composição um componente muito importante que é: dióxido de zircônio, este material quando atinge uma temperatura superior a 300°C se transforma em um condutor de íons de oxigênio. Com o auxilio deste componente a sonda consegue identificar por meio de uma variação de tensão a quantidade de oxigênio presente nos gases de escape. Esta tensão que pode ser medida em milvolts varia de 0 a 800mv e é enviada para unidade de comando para que seja feito os cálculos usando como base o fator lambda.




Eu não tenho explicação e falta compreesão então, porque quando eu media os pulsos intermitentes da sonda com um multimetro acoplado, os pulsos são intermitentes variando entre +200mv a +900 mv, quando eu acelerava meu veiculo os pulsos ficava entre +70 e logo chegava a +950mv.
Quando ligava a célula de HHO, os pulsos ficavam abaixo do -0,100 muitas vezes -0,300.

Então me explique isso, como não tem nada a ver se o sensor lambda landava estes sinais?????


e os efies que são vendidos no mercado, tem um pulso entre 150 a 450 mv, não deixando a sonda ter as variações, são pulso estaticos, é por este motivo que a ecu acende a luz do painel acusando problema na sonda,
O e fie que eu desenvolvi mandavaa pulsos intermitentes entre 300 a 600mv nunca deixando abaixo de 300mv e a luz do painel não acendia, e não procporcionava economia nenhuma, eu percebia que a ventoinha ficava ligada direto e o motor ficava super aquecido, quando desligava o motor, a ventoinha continuava varios minutos ainda funcionando, coisa que não acontece com outros tipos de combustiveis.

E agora, como explicar isso....

eu não estou pegando sugestão de gringo, eu comprovo isso com testes, e para alguem ter uma expicação convincente teria que também fazer os testes e dar explicções concretas, que parece não ser o caso do Marcelo, e não porque fulano disse que é assim ou assado, saiba que queremos uma solução e não achismo.

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[quote="jonas.p.andrade"]
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:....
Me responde uma coisa: vi o Acalister mencionar o uso de bolinhas de alumínio atuando como anodo e usando alta tensão, sabe alguma coisa disso ?

E agora, como explicar isso....

eu não estou pegando sugestão de gringo, eu comprovo isso com testes, e para alguem ter uma expicação convincente teria que também fazer os testes e dar explicções concretas, que parece não ser o caso do Marcelo, e não porque fulano disse que é assim ou assado, saiba que queremos uma solução e não achismo.


Jonas, não fique aborrecido, pois não estou aqui tentando competir com você. O que eu afirmei com relação ao map também é resultado de medições com osciloscópio e multímetro, medindo o tempo de injeção e o sinal do map, e não mero "achismo".

Com relação ao que mencionou, de valores de sonda abaixo de 0V, a princípio isso é um problema no seu carro em relação ao aterramento, pois quando liga o gerador a corrente aumenta muito e apareçe uma diferença de tensão entre o negativo da bateria e a referência de terra da sonda. Já tive problema semelhante em meu carro. Para tirar a prova, você teria que alimentar o gerador por uma bateria separada. Além disso, ao ligar o gerador, uma carga elétrica muito grande é exigida do alternador e, portanto, do motor do carro que o aciona, e afeta as relações de ar/ combustível. Quando ligamos o ar condicionado do carro, por exemplo, a central do carro recebe esta informação através de uma entrada própria e adiciona mais combustível na mistura quando o carro está na marcha lenta, para compensar a carga extra (uma quantidade fixa já calculada em laboratório). Quando liga seu gerador, entretanto, não há esta compensação.

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Jonas.p.andrade escreveu:
...
Então me explique isso, como não tem nada a ver se o sensor lambda landava estes sinais?????
...
eu não estou pegando sugestão de gringo, eu comprovo isso com testes, e para alguem ter uma expicação convincente teria que também fazer os testes e dar explicções concretas, que parece não ser o caso do Marcelo, e não porque fulano disse que é assim ou assado, saiba que queremos uma solução e não achismo.

Existe um posicionamento de guerra do saber na forma que tu põe a questão. Tenta somar ao invés de dividir.

Jonas, seja sincero, tu chegou a essas conclusões sem ler a conclusão da gringolândia, ou depois de se deparar com um problema igual ao que tu leu da gringolândia, tu adotou a explicação deles?

Uma mentira relatada a exaustão tende a virar um “fato comprovado” por sabesse lá quem. Ninguém sabe quem criou a teoria da sonda lambda x HHO. Todos acreditam por lembranças favoráveis a teoria e provas mínimas.

Eu não estou dizendo que a sonda não sinaliza mais oxigênio, só estou afirmando que é anti-químico uma boa combustão deixar sobrar oxigênio. Tu faz um sinal de um sensor ser mais verdadeiro que uma realidade química mais que conhecida, a química da combustão.

Deixa a briga de lado e tenta responder a essa violação das leis da química. A verdade tem de considerar todos os fatos reais, que seja a da sinalização da sonda, mas também de que uma queima perfeita, ou melhorada, não deixa sobrar oxigênio.

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[quote="marcelo.eletrotecnico"]
jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:....
Me responde uma coisa: vi o Acalister mencionar o uso de bolinhas de alumínio atuando como anodo e usando alta tensão, sabe alguma coisa disso ?

E agora, como explicar isso....

eu não estou pegando sugestão de gringo, eu comprovo isso com testes, e para alguem ter uma expicação convincente teria que também fazer os testes e dar explicções concretas, que parece não ser o caso do Marcelo, e não porque fulano disse que é assim ou assado, saiba que queremos uma solução e não achismo.


Jonas, não fique aborrecido, pois não estou aqui tentando competir com você. O que eu afirmei com relação ao map também é resultado de medições com osciloscópio e multímetro, medindo o tempo de injeção e o sinal do map, e não mero "achismo".

Com relação ao que mencionou, de valores de sonda abaixo de 0V, a princípio isso é um problema no seu carro em relação ao aterramento, pois quando liga o gerador a corrente aumenta muito e apareçe uma diferença de tensão entre o negativo da bateria e a referência de terra da sonda. Já tive problema semelhante em meu carro. Para tirar a prova, você teria que alimentar o gerador por uma bateria separada. Além disso, ao ligar o gerador, uma carga elétrica muito grande é exigida do alternador e, portanto, do motor do carro que o aciona, e afeta as relações de ar/ combustível. Quando ligamos o ar condicionado do carro, por exemplo, a central do carro recebe esta informação através de uma entrada própria e adiciona mais combustível na mistura quando o carro está na marcha lenta, para compensar a carga extra (uma quantidade fixa já calculada em laboratório). Quando liga seu gerador, entretanto, não há esta compensação.


Não Marcelo, não estou aborrecido, e longe de mim pensar em competir, eu prefiro pessoas como você que demonstre não só para mim, mas para a maioria do fórum, como já citei em outros postes, eu sou meio cético, para acreditar eu prefiro fazer os teste e minhas experiências, e a partir dai obter os resultados, e fico feliz que você tenha comprovado isso com testes de fato, pensei que estava usando argumentos para colocar duvidas na maioria.
Marcelo, uma coisa que não compreendo, pois se o sensor lamba detecta mistura pobre (excesso de oxigênio) sinal entre 100 a 300mv, quando ligada a sonda, em pleno funcionamento, mas registro de hydrigenio desviando para fora do coletor de ar, as medições são as mesmas sem interferência no sinal lambda.
Mas quando registro sendo girado e alimentando coletor de ar logo começa a cair o sinal par abaixo de -0, entre -100 a -300mv.
Não procede a explicação de problema de aterramento.
Como prova, eu tinha uma bateria sobressalente, que fiz as ligações separadas, e pude fazer estas comprovações, não tenho teus conhecimentos técnico, eu sou meramente um experimentador, e curioso, não estou para competir com ninguém, meu interesse é obter solução e explicações a respeito, até sanar as duvidas.

O Et disse que eu peguei explicações os conclusões com os gringos, e fiz disso uma verdade para mim, pelo contrario, eu sou curioso, e peguei explicações técnicas com pessoas que entende de injeção eletrônica de como funciona a sonda e fucei a internet procurando confirmações a partir dai comecei fazer meus testes, não meramente uns testes mas fiquei mais de 1 ano testando em bancadas as células,e varios meses em funcionamento em meu veiculo, até esgotar todas as possibilidades, talvez a minha forma de expor meus testes é que deixou transparecer que estou disputando ou brigando a respeito do sensor, mas é totalmente o contrario, fico feliz em saber que pessoas como você esta testando para poder sanar todas as duvidas através de experiências não somente através de teorias.
Vamos somar conhecimentos, eu sou um que vou pegar seus experimentos e testar, depois voltarei e vou dizer e confirmar que de fato é isso mesmo que você afirmou, ou dizer o contrario se for o caso,

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ET-e-HHO-existe escreveu:
Jonas.p.andrade escreveu:
...
Então me explique isso, como não tem nada a ver se o sensor lambda landava estes sinais?????
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eu não estou pegando sugestão de gringo, eu comprovo isso com testes, e para alguem ter uma expicação convincente teria que também fazer os testes e dar explicções concretas, que parece não ser o caso do Marcelo, e não porque fulano disse que é assim ou assado, saiba que queremos uma solução e não achismo.

Existe um posicionamento de guerra do saber na forma que tu põe a questão. Tenta somar ao invés de dividir.

Jonas, seja sincero, tu chegou a essas conclusões sem ler a conclusão da gringolândia, ou depois de se deparar com um problema igual ao que tu leu da gringolândia, tu adotou a explicação deles?

Uma mentira relatada a exaustão tende a virar um “fato comprovado” por sabesse lá quem. Ninguém sabe quem criou a teoria da sonda lambda x HHO. Todos acreditam por lembranças favoráveis a teoria e provas mínimas.

Eu não estou dizendo que a sonda não sinaliza mais oxigênio, só estou afirmando que é anti-químico uma boa combustão deixar sobrar oxigênio. Tu faz um sinal de um sensor ser mais verdadeiro que uma realidade química mais que conhecida, a química da combustão.

Deixa a briga de lado e tenta responder a essa violação das leis da química. A verdade tem de considerar todos os fatos reais, que seja a da sinalização da sonda, mas também de que uma queima perfeita, ou melhorada, não deixa sobrar oxigênio.

O Et, até parece que não me conhece, eu não estou brigando, longe de mim isso, desculpe se deixei transparecer isso, e não é algo que li e fiz disso uma verdade, foi através de testes mesmo, vc sabe que sou meio cético, se voce disser que pédra é pedra, eu não vou dar crédito naquilo que vc disse, primeiro eu vou pegar o elemento (pedra) fazer experimento e depois eu digo verdadeiramente isso é pedra.
Eu vi a afirmação do Marcelo, e vi que o que ele estava afirmando entrou em contradição com meus testes, não com oque eu li ou peguei informações de técnicos de injeção, que nada tem a ver com o HHO.
só isso meu caro amigo Et, tem que ser sanado as duvidas, e não só afirmar que não é a sonda lambda que acusa maior consumo quando adicionado o HHO.

Só que tem que ter explicações convincentes com testes, e comprovar que isso acontece por causa disto ou daquilo etc....

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Marcelo, perde um tempo e veja a repercursão do seu cometário lá no outro fórum:

http://www.4x4brasil.com.br/forum/geral-off-topic/45978-hidrogenio-no-motor-596.html#post1712147

No início só tem implicâncias, mas depois os comentários começam a melhorar.

Vai lá ver

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"Milzon, já que você anda conversando com o Marlelo em mensagens privadas, diz para ele jogar outras iscas melhores, com camarões ou lagostas kkkkkkkkkk"
(Jonas)

Jonas, não sei quem é o Milzon, mas levantar falso testemunho não é legal, pois diz que estou jogando iscas. O vendedor de HHO aqui é você. No momento estou entrando nesta área, mas com os pés no chão e com a mente aberta. Você é que vive jogando esta de EFIE que nada mais é do que um gerador de onda quadrada. Trabalho na área automotiva há 4 anos e tenho humildade para dizer que tenho muito a aprender. Eu desde 2008 desenvolvo eletrônicos automotivos e sempre faço medições nos veículos (gasmix)Basta clicar no link do meu primeiro lançamento e ver a data do post (2008). Este teste que você insiste em mencionar, dizendo que obteve valores de sonda de -0,3V, isso não existe, a sonda não dá valores negativos, é problema no aterramento do seu carro (referencia da sonda).
Quando for medir, meça usando o terra da sonda ou da centralina e não o da bateria, pois senão, você vai chegar neste mesmo resultado. Se quizer um EFIE, dê uma olhada neste, de repente pode melhorar o seu: esquema de EFIE. Você disse mais de uma vez que quer provas e testes, mas você testa seu próprio carro usando só um multímetro e diz que ninguém mais faz testes. Já parou para pensar que teus testes podem estra errados ?



Última edição por marcelo.eletrotecnico em Ter 12 Jun 2012, 05:39, editado 2 vez(es)

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Acho que não foi boa ideia te dizer para ir ao outro fórum, pensei que conseguiriam manter uma boa conversa sobre o assunto mas não deu.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:"Milzon, já que você anda conversando com o Marlelo em mensagens privadas, diz para ele jogar outras iscas melhores, com camarões ou lagostas kkkkkkkkkk"
(Jonas)

Jonas, não sei quem é o Milzon, mas levantar falso testemunho não é legal, pois diz que estou jogando iscas. O vendedor de HHO aqui é você. No momento estou entrando nesta área, mas com os pés no chão e com a mente aberta. Você é que vive jogando esta de EFIE que nada mais é do que um gerador de onda quadrada. Trabalho na área automotiva há 4 anos e tenho humildade para dizer que tenho muito a aprender. Eu desde 2008 desenvolvo eletrônicos automotivos e sempre faço medições nos veículos (gasmix)Basta clicar no link do meu primeiro lançamento e ver a data do post (2008). Este teste que você insiste em mencionar, dizendo que obteve valores de sonda de -0,3V, isso não existe, a sonda não dá valores negativos, é problema no aterramento do seu carro (referencia da sonda).
Quando for medir, meça usando o terra da sonda ou da centralina e não o da bateria, pois senão, você vai chegar neste mesmo resultado. Se quizer um EFIE, dê uma olhada neste, de repente pode melhorar o seu: esquema de EFIE. Você disse mais de uma vez que quer provas e testes, mas você testa seu próprio carro usando só um multímetro e diz que ninguém mais faz testes. Já parou para pensar que teus testes podem estra errados ?

Marcelo
você disse
Jonas, não sei quem é o Milzon, mas levantar falso testemunho não é legal,
KKKKK você ta brincando, você conhece sim e tem se relacionado muito bem com ele rsrsrs, mas tanto um como o outro existem, assim como seres de outro planeta como Ests rsrsrsrs.

O problema é que vc trouxe esta parte de texto do outro fórum, e lá ele se identifica como Milzon e aqui com outro pseudônimo, mas vc tem se relacionado com ele sim.
Quando falo iscas, é que eu já fiz todo tipo de testes possíveis com o HHO até esgotar as possibilidades imagináveis, e quando me refiro de iscas é que não adianta jogar sugestões para mim tentar refazer meus testes novamente, pois esse (Milzon) é muito perspicaz, ele sugere para que façam isso ou aquilo e fica colocando lenha na fogueira, como você e ele tem se comunicado em mensagens privadas, deu a entender com a insistência dele, que vc jogou uma sugestão e ele ficou trabalhando em cima disso, só para ver se alguém ou eu retorne aos testes com esse falido HHO que até que alguém me prove ao contrario que funcionem.

Marcelo diz
Quando for medir, meça usando o terra da sonda ou da centralina e não o da bateria.
só um multímetro e diz que ninguém mais faz testes. Já parou para pensar que teus testes podem estra errados ?

Nesse ponto você tem Razão, o fio terra que utilizava, éra o fio terra que puxei direto da bateria por ser mais fácil par obter um aterramento firme sem perigo de mal contato.
Mas sou leigo neste assunto, e te pergunto, será que isso interfere nas medições sendo que o próprio aterramento da bateria é aterrado no chassis do veiculo?

A respeito de multímetro, como vc diz que não testei com outros multímetros, isso não procede, como já citei que fiz todo tipo imaginável de testes possíveis, me passou isso também em minha cabeça, pensei será que não estou obtendo sinais errados devido tipo de multímetro?
então comprei um analógico, e um outro digital bem conhecido por técnicos em injeção eletrônica, isso fora um outro que ja possuo em minha bancada de teste já que sou técnico em eletrônica de pcs rsrsrs.

A respeito do aprender é o que estamos tentando aqui neste forum também, eu quero é mais que apreender pois esgotou meus conhecimentos sobre o HHO, e tudo que puderem somar comigo sera bem vindo.



Última edição por jonas.p.andrade em Ter 12 Jun 2012, 16:25, editado 1 vez(es)

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O que é o gás HHO?



Marcelo, deixa eu explorar um pouco mais a sua boa vontade em discutir (sem discussão) o HHO.

Acho que temos que começar pela própria composição do gás chamado de HHO.

O termo HHO foi cunhado pelo Sr. Ruggero Santilli, cientista ítalo-americano, que criou uma controversa teoria sobre uma ligação magnética entre dois átomos de hidrogênio + outra ligação convencional com um átomo de oxigênio, gerando um gás diferente de tudo, não é água, não é a composição estequiométrica entre os gases hidrogênio e oxigênio, seria um novo e mais poderoso gás. Seria uma molécula d'água gasosa em temperatura ambiente e que seria mais explosiva que quantidade equivalente dos gases oxigênio e hidrogênio em suas proporções estequiométricas.

Alem do HHO, temos o gás de Brown, do Sr Yull Brown, que em sua própria homenagem deu o seu nome ao suposto novo gás que havia descoberto. Interessante que com essa alegação ele conseguiu uma patente de um processo semelhante de geração do mesmo gás, mas onde o requisitante da patente semelhante não alegou ser o gás gerado nada mais que a mistura estequiométrica dos gases hidrogênio e oxigênio. Por meramente dizer ser seu gás diferente e mais especial, ele patenteou o que já estava patenteado por outro.

Temos quem menos pretensiosamente alegue que estão gerando a mistura estequiométrica dos gases hidrogênio e oxigênio pela eletrólise da água, chamando isso de oxi-hidrogênio.

Tem quem alegue que a geração do oxi-hidrogênio cria muitos radicais químicos altamente reativos e que são mais poderosos que o próprio oxi-hidrogênio.

Tem quem alegue que a geração correta do oxi-hidrogênio gera muitas moléculas de orto-hidrogênio e que isso o torna um gás superior.

Tu sabia que existem tantas versões diferentes para os produtos da mera eletrólise da água? Todas contendo duas porções de hidrogênio para uma porção de oxigênio, mas sempre um gás mais poderoso que o anterior.

A necessidade de criar tal super gás é a tentativa de justificar porque um pouquinho de gás hidrogênio poderia realmente fazer algo de mais pelo motor. Só um pouco de gás hidrogênio não convence mais, então criaram a fantasia do super gás feito a base de hidrogênio.

Tudo isso que disse acima, terminou sendo generalizado pela maioria como HHO, apesar do verdadeiro HHO, defendido pelo Sr Santilli, ser um gás de água (ou água gasosa explosiva) muito mais energético que o gás hidrogênio resultante da eletrólise da água, segundo alega o Sr. Santilli.

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acalister


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[quote="ET-e-HHO-existe"][size=18][center]O que é o gás HHO?[/center][/size]


Marcelo, deixa eu explorar um pouco mais a sua boa vontade em discutir (sem discussão) o HHO.

Acho que temos que começar pela própria composição do gás chamado de HHO.

O termo HHO foi cunhado pelo Sr. Ruggero Santilli, cientista ítalo-americano, que criou uma controversa teoria sobre uma ligação magnética entre dois átomos de hidrogênio + outra ligação convencional com um átomo de oxigênio, gerando um gás diferente de tudo, não é água, não é a composição estequiométrica entre os gases hidrogênio e oxigênio, seria um novo e mais poderoso gás. Seria uma molécula d'água gasosa em temperatura ambiente e que seria mais explosiva que quantidade equivalente dos gases oxigênio e hidrogênio em suas proporções estequiométricas.

Alem do HHO, temos o gás de Brown, do Sr Yull Brown, que em sua própria homenagem deu o seu nome ao suposto novo gás que havia descoberto. Interessante que com essa alegação ele conseguiu uma patente de um processo semelhante de geração do mesmo gás, mas onde o requisitante da patente semelhante não alegou ser o gás gerado nada mais que a mistura estequiométrica dos gases hidrogênio e oxigênio. Por meramente dizer ser seu gás diferente e mais especial, ele patenteou o que já estava patenteado por outro.

Temos quem menos pretensiosamente alegue que estão gerando a mistura estequiométrica dos gases hidrogênio e oxigênio pela eletrólise da água, chamando isso de oxi-hidrogênio.

Tem quem alegue que a geração do oxi-hidrogênio cria muitos radicais químicos altamente reativos e que são mais poderosos que o próprio oxi-hidrogênio.

Tem quem alegue que a geração correta do oxi-hidrogênio gera muitas moléculas de orto-hidrogênio e que isso o torna um gás superior.

Tu sabia que existem tantas versões diferentes para os produtos da mera eletrólise da água? Todas contendo duas porções de hidrogênio para uma porção de oxigênio, mas sempre um gás mais poderoso que o anterior.

A necessidade de criar tal super gás é a tentativa de justificar porque um pouquinho de gás hidrogênio poderia realmente fazer algo de mais pelo motor. Só um pouco de gás hidrogênio não convence mais, então criaram a fantasia do super gás feito a base de hidrogênio.

Tudo isso que disse acima, terminou sendo generalizado pela maioria como HHO, apesar do verdadeiro HHO, defendido pelo Sr Santilli, ser um gás de água (ou água gasosa explosiva) muito mais energético que o gás hidrogênio resultante da eletrólise da água, segundo alega o Sr. Santilli.[/quote]

Milzon,o gás de Brown não é o mesmo gás do HHO do Santilli, são diferentes em tudo, na cor da chama, na velocidade da queima

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Para termina o assunto “o que é o gás HHO”, eu não acredito em super gás de hidrogênio, apenas na decomposição da água, por eletrólise, nos gases oxigênio e hidrogênio em proporção estequiométrica, corretamente chamado de oxi-hidrogênio, acompanhado de uma porção indefinida de vapor d’água.

Não acredito que a porção de orto-hidrogênio e radicais químicos sejam significantes para melhorar o mero oxi-hidrôgenio, nem na história do Sr. Santilli e sua molécula d’água gasosa super explosiva.

Dito isso vou apenas dizer que quando falo em HHO, só estou usando uma sigla mais fácil de mencionar que o verdadeiro nome disso, que é ”oxi-hidrogênio cheio de vapor d’água”, muito grande, precisa de uma sigla menor que defina essa mistura gasosa, vou usar o já batido e corrompido nome HHO.


Adição de gás hidrogênio para auxiliar a combustão



Na década de 70, se não me engano, em plena época dos platinados e carburadores, foi pesquisado em várias instituições sérias a adição de um pouco de gás hidrogênio para melhorar a combustão dos motores.

Gás hidrogênio puro, não oxi-hidrogênio, apenas gás hidrogênio proveniente de um cilindro pressurizado e previamente carregado.

Deu bons resultados, mas de uso complicado, então outras alternativas foram criadas para nossos motores e novos usos foram dados para o hidrogênio na industria automotiva, como as células de energia (coisa muito diferente de células de eletrólise).

Os “cientistas de garagem”, como eu, resgataram esse projeto, mas com dois problemas: Como conseguir cilindros pressurizados com gás hidrogênio e carros já mais evoluídos e que não precisavam mais da solução dada na década de 70.

Lembre-se que quando os cientistas verdadeiros experimentavam a “adição de gás hidrogênio para melhora na combustão”, os carros ainda usavam platinado e carburador. Uma solução maravilhosa nesses motores, talvez apresente resultados ridículos nos motores atuais ou mesmo não apresente vantagem alguma, pelo contrário, apresente problemas.

Para piorar a situação foi usado a eletrólise como forma de obtenção do gás hidrogênio.

A eletrólise pode gerar um puríssimo gás oxi-hidrogênio cheio de vapor d’água, que pode ser secado por condensação. O problema da eletrólise e que é um método extremamente dispendioso em termos energéticos para obtenção de gás hidrogênio e vem acompanhado com o oxigênio, tornando seu armazenamento perigoso, muito mais que o mero armazenamento do gás puro de hidrogênio. Existem formas menos onerosas energeticamente de obter gás hidrogênio, mas por mais oneroso que seja, fazer eletrólise é simples e outros processos melhores, alem de não serem tão limpos, são mais difíceis e fora do domínio público.

Os cientistas de garagem optaram pela eletrólise e arranjaram um problema insolúvel.

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[quote="jonas.p.andrade"]
marcelo.eletrotecnico escreveu:
Quando falo iscas, é que eu já fiz todo tipo de testes possíveis com o HHO até esgotar as possibilidades imagináveis, e quando me refiro de iscas é que não adianta jogar sugestões para mim tentar refazer meus testes novamente, pois esse (Milzon) é muito perspicaz, ele sugere para que façam isso ou aquilo e fica colocando lenha na fogueira, como você e ele tem se comunicado em mensagens privadas, deu a entender com a insistência dele, que vc jogou uma sugestão e ele ficou trabalhando em cima disso, só para ver se alguém ou eu retorne aos testes com esse falido HHO que até que alguém me prove ao contrario que funcionem.

Marcelo diz
Quando for medir, meça usando o terra da sonda ou da centralina e não o da bateria.
só um multímetro e diz que ninguém mais faz testes. Já parou para pensar que teus testes podem estra errados ?

Nesse ponto você tem Razão, o fio terra que utilizava, éra o fio terra que puxei direto da bateria por ser mais fácil par obter um aterramento firme sem perigo de mal contato.
Mas sou leigo neste assunto, e te pergunto, será que isso interfere nas medições sendo que o próprio aterramento da bateria é aterrado no chassis do veiculo?

A respeito de multímetro, como vc diz que não testei com outros multímetros, isso não procede, como já citei que fiz todo tipo imaginável de testes possíveis, me passou isso também em minha cabeça, pensei será que não estou obtendo sinais errados devido tipo de multímetro?
então comprei um analógico, e um outro digital bem conhecido por técnicos em injeção eletrônica, isso fora um outro que ja possuo em minha bancada de teste já que sou técnico em eletrônica de pcs rsrsrs.

A respeito do aprender é o que estamos tentando aqui neste forum também, eu quero é mais que apreender pois esgotou meus conhecimentos sobre o HHO, e tudo que puderem somar comigo sera bem vindo.

"é que eu já fiz todo tipo de testes possíveis..."
Não seja presunçoso, ninguém pode dizer que já fez todos os testes possíveis, pois algo só é impossível até alguém fazer. Você não pode nem dizer "todos os testes imagináveis" porque a imaginação de cada um é diferente. Inclusive, vou te provar que não fez todos os testes possíveis. Veja o seu texto:
"Nesse ponto você tem Razão, o fio terra que utilizava, éra o fio terra que puxei direto da bateria por ser mais fácil par obter um aterramento firme sem perigo de mal contato.
Mas sou leigo neste assunto, e te pergunto, será que isso interfere nas medições sendo que o próprio aterramento da bateria é aterrado no chassis do veiculo?"

Fica claro no seu texto então que os testes imagináveis, parte do princípio de que a sua imaginação pode ir até onde o seu conhecimento permite. Então, você não imaginou que, medindo a tensão no terra da bateria poderia ser diferente de medir o sinal da sonda pegando o terra da propria sonda. Mais é. Veja, a sonda varia de 0 a 1000mV. Se houver um pequeno mau contato, da ordem de 0,05ohms (50 mili-ohms) e a corrente que estiver passando neste fio for da ordem de 10A. Pela lei de ohm teremos 10A x 0,05ohms = 500mV. Então, nesta condição, se a sonda tiver em dado momento um valor de leitura de 400mV, que indica que mistura estaria ligeiramente pobre, se medir em relação ao terra da bateria, vai ler 400mV + 500mV da queda de tensão no fio terra, total 900mV. NO momento por exemplo, que a ventoinha do radiador liga na alta rotação, a corrente sobe (podendo passar fácil dos 10A) e a queda de tensão poderá confundir o funcionamento de qualquer aparelho adicionado ao sistema de injeção do carro para controle da sonda, que esteja ligado ao negativo da bateria ou outro ponto qualquer que não seja o mesmo terra da sonda. Este pode ser o caso dos problemas que teve no seu EFIE. Experimente testá-los novamente, mas ligando o negativo da alimentação do mesmo na carcaça da centralina e não no negativo da bateria. Este problema só acontece quando o carro está com problema no aterramento. E não adianta medir resistência do cabo porque para isso precisaria de um mili-ohmímetro (usado ocasionalmente em fábrica de cabos elétricos) e você não dispõe de um. Poderá medir tensão se quizer, na escala de 2V, medindo entre a carcaça da centralina e o negativo da bateria. Ligue os faróis do carro e o ar condicionado.

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Adição de gás hidrogênio para melhorar a combustão



A adição de gás hidrogênio não tinha a ideia de ser mais um combustível para competir com a gasolina, tinha a intenção de resolver o problema da má combustão da gasolina, que alem de gerar muitos resíduos, prejudicava o rendimento dos carros. Objetivo: A queima perfeita e rápida, mas sem ser explosiva.

Parece que é necessário lembrar nesse ponto, que apesar de que para nossa percepção o vapor de gasolina queimar instantaneamente, para um motor rodando a mais de 1000 RPMs o vapor da gasolina não queima tão rápido assim e que a gasolina entra no pistão ainda como liquido atomizado e não vapor, precisando se vaporizar antes dentro do pistão, para depois poder queimar.

Por isso temos o avanço da ignição na tentativa de dar mais tempo para o motor queimar o máximo possível o combustível, antes que a expansão da descida do pistão acabe com o poder da compressão que a queima deve provocar e que movimenta o motor.

É importante ressaltar que uma premissa mecânica diz que o momento de maior pressão dentro do pistão, maior força, deve ocorrer exatamente perto de 14° após o PMS. Antes disso não produz tanta transferência de força e depois fica pior ainda, com a expansão do pistão, criar mais pressão.

O avanço na ignição tenta satisfazer essa premissa e também resolver o problema da detonação, se estiver ocorrendo.

O avanço é uma boa solução para queima lenta da gasolina, mas tem seus custos, começa a queima ainda na fase de subida e compressão da mistura aumentando o risco de detonação e fazendo uma força contra o movimento normal do motor, alem de transferir mais calor para o bloco do motor que significa perda de energia térmica. Seria ótimo se a ignição se desse exatamente no PMS, ficando o tempo de queima da gasolina da gasolina entre esse ponto e os 14° após o PMS. Se isso for conseguido, com ainda mais uma queima completa da gasolina, então teríamos um motor muito melhor.

Outra coisa que deve ser lembrado agora é que a taxa de compressão influencia diretamente na eficiência energética de motores Otto, mais ainda que no motor diesel, mas ainda assim o motor diesel consegue ter uma eficiência energética melhor que os motores Otto por usar taxas de compressão muito maiores que os usados em ciclo Otto.

A geração dos NOx, vindos da queima do gás nitrogênio com o oxigênio, acontece quando se expõem esses gases a altíssimas temperaturas e o tempo dessa exposição define quanto NOx será gerado. Não podemos evitar a alta temperatura, não temos melhor fonte de oxigênio que não seja o ar, então só temos o tempo de exposição para reduzir a emissão de NOx.

Se tivermos uma queima bem rápida da gasolina, então teremos mais possibilidade de termos toda a gasolina queimada reduzindo as emissões de monóxido de carbono, carbono e outras pequenas porções de combustível não queimado, que alem de significar poluição, significa menos força retirada do combustível.

Resumindo: Aumentar a velocidade da queima da gasolina permite uma queima mais completa da gasolina com a consequente redução das emissões e aproveitamento de toda a energia que existe na gasolina; menos tempo para gerar NOx com a consequente redução das emissões de NOx, menos avanço na ignição reduzindo as perdas de energia por transferência térmica do calor da queima para o bloco do motor e perdas no movimento ascendente do pistão por pressionar a já queimante mistura, ainda promove uma menor chance de detonação da mistura. Tudo isso se consegue com a redução do tempo de queima do combustível principal, no caso, a gasolina.

Existe ainda as perdas “por dissociação do combustível”, onde também uma queima mais rápida é capaz de reduzila.

Como acelerar a queima do combustível principal?

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Agilizando a queima




Agilizar a queima do combustível principal e aumentar a taxa de compressão do motor é uma grande meta no desenvolvimento dos motores. Afinal, reduzir emissões e aumentar a economia também passa por esse caminho, embora ninguém relacione isso normalmente.

Como não está sendo proposto uma alteração muito radical no motor com o uso do HHO, não vou falar mais no aumento da taxa de compressão do motor, somente na redução da possibilidade de detonação.

Agilizar a queima do combustível principal pode ser conseguido de várias formas e a “adição de hidrogênio para auxiliar a combustão” e uma dessas formas. Para mim esse é o objetivo do HHO (oxi-hidrogênio para mim).

Nesse ponto eu tenho uma dúvida imensa:

Segundo a NASA, que fez experimentos com isso no passado, a ideia era utilizar uma mistura pobre, onde existe abundância de oxigênio para a gasolina vaporizada, fazendo que isso fosse o responsável pela aceleração da combustão. Como os carros carburados esquentavam muito com misturas pobres e isso não fazia bem ao motor, para que a mistura pobre não prejudicasse o motor se adicionava gás hidrogênio, numa proporção de uns 7%, que ainda assim era muito pouco para o hidrogênio fazer o papel de combustível auxiliar, somente um coadjuvante para que a mistura pobre não danificasse o motor. Foi isso que eu entendi da documentação da NASA sobre isso.

Na minha lógica não haveria necessidade de empobrecimento algum da mistura, seria a queima super rápida do gás hidrogênio que acenderia mais rápido a gasolina. Seria como jogar álcool para acelerar o acendimento de uma churrasqueira, no caso o álcool seria o gás hidrogênio e o carvão a gasolina.

Nesse ponto eu fico em dúvida, se adiciona HHO na proporção correta com uma mistura estequiométrica de tudo, ou se força uma mistura pobre e corrige os defeitos com o HHO?

Paro por aqui. Agora é que a porca torce o rabo para mim, quem quiser comentar e desenvolver o assunto, eu agradeço. Só vou fazer mais um comentário, mas só para complementar o que já disse até aqui.


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acalister escreveu:Milzon,o gás de Brown não é o mesmo gás do HHO do Santilli, são diferentes em tudo, na cor da chama, na velocidade da queima

André, não vou questionar quem tem mais experiência do que eu. Eu queria apenas mostrar que se chama tudo de HHO quando existem várias alegações de gases diferentes, tudo agora chamado de HHO.

O HHO do Sr. Santilli é o mais exótico de todos, pois é uma molécula d’água onde a ligação não se faz entre átomo de hidrogênio e átomo de oxigênio, em uma ligação covalente regida pelas forças elétricas, mas seria uma ligação magnética entre os dois átomos de hidrogênio, que depois fariam uma ligação, talvez covalente, com o átomo de oxigênio. Essa molécula maluca do Sr. Santilli, seria uma água gasosa em temperatura ambiente e explosiva, muito mais energética que a queima do hidrogênio que a compõe.

O gás de Brown não foi tão pretensioso quanto o HHO em sua formação química, sugere ser mais potente que o oxi-hidrogênio, já que o HHO não havia sido inventado ainda pelo Sr Santilli. Houve até uma guerra de patentes entre o Sr. Yull Brown e outro engenheiro que fez o mesmo gerador, só que afirmava apenas gerar oxi-hidrogênio.

Agora eu lhe digo para não confundir o verdadeiro HHO com o gás oxi-hidrogênio.

Como não sei fazer esses 3 gases diferentes, nem sei se os 3 gases existem, posso eu questionar você, o Sr. Brown e o Sr. Santilli? Como vou dizer que “non ecziste” o gás de Brown e o gás HHO? Para mim é mais fácil acreditar que o que sai de uma eletrólise da água é apenas a mistura estequiométrica dos gases oxigênio e hidrogênio, corretamente chamada de oxi-hidrogênio, mais vapor d’água.

Gostaria de saber como tu descobriu que estava gerando mais que oxi-hidrogênio molhado, que também conseguiu o famoso HHO e o famoso gás de Brown.

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acalister


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[quote="ET-e-HHO-existe"]

[size=18][center]Agilizando a queima[/center][/size]



Agilizar a queima do combustível principal e aumentar a taxa de compressão do motor é uma grande meta no desenvolvimento dos motores. Afinal, reduzir emissões e aumentar a economia também passa por esse caminho, embora ninguém relacione isso normalmente.

Como não está sendo proposto uma alteração muito radical no motor com o uso do HHO, não vou falar mais no aumento da taxa de compressão do motor, somente na redução da possibilidade de detonação.

Agilizar a queima do combustível principal pode ser conseguido de várias formas e a “adição de hidrogênio para auxiliar a combustão” e uma dessas formas. Para mim esse é o objetivo do HHO (oxi-hidrogênio para mim).

Nesse ponto eu tenho uma dúvida imensa:

Segundo a NASA, que fez experimentos com isso no passado, a ideia era utilizar uma mistura pobre, onde existe abundância de oxigênio para a gasolina vaporizada, fazendo que isso fosse o responsável pela aceleração da combustão. Como os carros carburados esquentavam muito com misturas pobres e isso não fazia bem ao motor, para que a mistura pobre não prejudicasse o motor se adicionava gás hidrogênio, numa proporção de uns 7%, que ainda assim era muito pouco para o hidrogênio fazer o papel de combustível auxiliar, somente um coadjuvante para que a mistura pobre não danificasse o motor. Foi isso que eu entendi da documentação da NASA sobre isso.

Na minha lógica não haveria necessidade de empobrecimento algum da mistura, seria a queima super rápida do gás hidrogênio que acenderia mais rápido a gasolina. Seria como jogar álcool para acelerar o acendimento de uma churrasqueira, no caso o álcool seria o gás hidrogênio e o carvão a gasolina.

Nesse ponto eu fico em dúvida, se adiciona HHO na proporção correta com uma mistura estequiométrica de tudo, ou se força uma mistura pobre e corrige os defeitos com o HHO?

Paro por aqui. Agora é que a porca torce o rabo para mim, quem quiser comentar e desenvolver o assunto, eu agradeço. Só vou fazer mais um comentário, mas só para complementar o que já disse até aqui.


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Boa Milzon, só para esclarecer mais uma vez,em 1º lugar a NASA utilizou nos testes hidrogênio puro, não foi HHO e nem o Gás de Brown! em 2º, a gasolina utilizada pela NASA, não cotinha etanol. Só lembrando, nossa gasolina contem por lei 25% etanol, na pratica de 35% até 45%, e ainda temos a adição do maldito solvente, isso na gasolina comum, na aditivada, na prática, é ainda pior, pois é adicionado menos etanol + solvente + aditivos.
3º 7% para o Milzon é pouco, ele quer saber a quantidade exata, ele já chegou a achar que deveria ser 60l, depois 30l por minuto, se alguém aqui sabe a quantidade exata, favor avisa lo.
4º cada célula, cada sistema produz diferentes tipos de gases utilizando diferentes temperaturas de trabalho, diferentes tipos de eletrólitos e diferentes tipos de água! resumindo, o gás que o Jonas produz utilizando soda caustica liquida + xixi de pato é bem diferente do gás que eu produzo aqui utilizando carbonato de sódio + água desmineralizada, ou água mineral pura, e por ai vai, para maioria é o mesmo gás, pois explode no copo, então, fica mais essa pra vcs.
5º Se o Hidrogênio quando queimado, gera mais calor, pq a NASA estaria utilizando ele para manter a temperatura do motor mais baixa com a mistura pobre? (.) sera que esse relatório estava se referindo ao NITROGENIO? .rsrsrs

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André, para que o HHO se inflame no pistão antes da gasolina seria necessário de 20 a 90 litros por minuto dependendo da rotação do motor, isso para um carrinho 1.0

André, HHO se refere claramente a proporção de 2 hidrogênios para 1 oxigênio, não é 1 hidrogênio para 1 cloro, ou 1 hidrogênio para 1 carbono, ou outra proporção maluca que tu está experimentando. O gás de Brown e o HHO do Santilli claramente eram para ser produtos da eletrólise da água, não eletrólise do carbonato de alguma coisa que tu está inventando. Se tu faz eletrólise da água só pode produzir oxigênio e hidrogênio, de preferência como gases, ou oxi-hidrogênio.

De qualquer forma tu só reforça a ideia de que chamam de HHO tudo que é gás gerado por eletrólise, mesmo que não seja eletrólise da água.

Como você mesmo repetiu, a NASA usou gás hidrogênio engarrafado e não nitrogênio como tu quer sugerir. Se eu soubesse como a NASA pretendia resolver os problemas da mistura pobre com hidrogênio eu teria colocado mais essa explicação e não perguntado o porque disso. Pessoalmente acho que o HHO deveria ser administrado junto ao combustível em proporções estequiométricas, não em uma mistura pobre.

Quanto a usar hidrogênio sem esquentar muito, não vejo onde está o problema. Se você tem 1mml de HHO para queimar num recinto fechado, de exatos 1cm³, e sem troca de calor com o ambiente, o resultado vai ser um gás muito quente mesmo e muita pressão. Agora, se tu queimar 1 mml de HHO em meio a 10 litros de ar, talvez não suba a temperatura nem 10°C.

Um pouquinho de hidrogênio queimando junto com um monte de ar, não vai esquentar tudo a 5000°C como tu pensas, não é assim não André, tudo depende de toda massa em volta que será esquentada junto.

Pego a ideia?

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ET-e-HHO-existe escreveu:André, para que o HHO se inflame no pistão antes da gasolina seria necessário de 20 a 90 litros por minuto dependendo da rotação do motor, isso para um carrinho 1.0

André, HHO se refere claramente a proporção de 2 hidrogênios para 1 oxigênio, não é 1 hidrogênio para 1 cloro, ou 1 hidrogênio para 1 carbono, ou outra proporção maluca que tu está experimentando. O gás de Brown e o HHO do Santilli claramente eram para ser produtos da eletrólise da água, não eletrólise do carbonato de alguma coisa que tu está inventando. Se tu faz eletrólise da água só pode produzir oxigênio e hidrogênio, de preferência como gases, ou oxi-hidrogênio.

De qualquer forma tu só reforça a ideia de que chamam de HHO tudo que é gás gerado por eletrólise, mesmo que não seja eletrólise da água.

Como você mesmo repetiu, a NASA usou gás hidrogênio engarrafado e não nitrogênio como tu quer sugerir. Se eu soubesse como a NASA pretendia resolver os problemas da mistura pobre com hidrogênio eu teria colocado mais essa explicação e não perguntado o porque disso. Pessoalmente acho que o HHO deveria ser administrado junto ao combustível em proporções estequiométricas, não em uma mistura pobre.

Quanto a usar hidrogênio sem esquentar muito, não vejo onde está o problema. Se você tem 1mml de HHO para queimar num recinto fechado, de exatos 1cm³, e sem troca de calor com o ambiente, o resultado vai ser um gás muito quente mesmo e muita pressão. Agora, se tu queimar 1 mml de HHO em meio a 10 litros de ar, talvez não suba a temperatura nem 10°C.

Um pouquinho de hidrogênio queimando junto com um monte de ar, não vai esquentar tudo a 5000°C como tu pensas, não é assim não André, tudo depende de toda massa em volta que será esquentada junto.

Pego a ideia?

não é assim não André.
Pego a ideia?

Hum, André, ha ta, andré, ta bom rsrsrs, entendeu André...

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acalister


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[quote="jonas.p.andrade"][quote="ET-e-HHO-existe"]André, para que o HHO se inflame no pistão antes da gasolina seria necessário de 20 a 90 litros por minuto dependendo da rotação do motor, isso para um carrinho 1.0

André, HHO se refere claramente a proporção de 2 hidrogênios para 1 oxigênio, não é 1 hidrogênio para 1 cloro, ou 1 hidrogênio para 1 carbono, ou outra proporção maluca que tu está experimentando. O gás de Brown e o HHO do Santilli claramente eram para ser produtos da eletrólise da água, não eletrólise do carbonato de alguma coisa que tu está inventando. Se tu faz eletrólise da água só pode produzir oxigênio e hidrogênio, de preferência como gases, ou oxi-hidrogênio.

De qualquer forma tu só reforça a ideia de que chamam de HHO tudo que é gás gerado por eletrólise, mesmo que não seja eletrólise da água.

Como você mesmo repetiu, a NASA usou gás hidrogênio engarrafado e não nitrogênio como tu quer sugerir. Se eu soubesse como a NASA pretendia resolver os problemas da mistura pobre com hidrogênio eu teria colocado mais essa explicação e não perguntado o porque disso. Pessoalmente acho que o HHO deveria ser administrado junto ao combustível em proporções estequiométricas, não em uma mistura pobre.

Quanto a usar hidrogênio sem esquentar muito, não vejo onde está o problema. Se você tem 1mml de HHO para queimar num recinto fechado, de exatos 1cm³, e sem troca de calor com o ambiente, o resultado vai ser um gás muito quente mesmo e muita pressão. Agora, se tu queimar 1 mml de HHO em meio a 10 litros de ar, talvez não suba a temperatura nem 10°C.

Um pouquinho de hidrogênio queimando junto com um monte de ar, não vai esquentar tudo a 5000°C como tu pensas, não é assim não André, tudo depende de toda massa em volta que será esquentada junto.

Pego a ideia?
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[quote]não é assim não André.
Pego a ideia?[/quote]

Hum, André, ha ta, andré, ta bom rsrsrs, entendeu André...[/quote]

Eu não peguei a ideia, se vc ou alguém aqui entendeu, pra mim tá ótimo.

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ET-e-HHO-existe escreveu:
O que é o gás HHO?

.... ser um gás de água (ou água gasosa explosiva) muito mais energético que o gás hidrogênio resultante da eletrólise da água, segundo alega o Sr. Santilli.

Independentemente do gás gerado, creio que a grande sacada seria conseguir produzir doses maiores de HHO sem utilizar tanta corrente, utilizando um catalisador químico ao invés de elétrico, ou a combinação de ambos, ou utilizar uma bateria externa carregada em casa (a anergia custa bem mais barato que a gasolina). Desta forma, pode se obter resultados melhores.

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