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Economia do alumínio

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1 Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:26

A economia do alumínio combustível

Esse tópico é sobre um assunto que começou em outro tópico e que merece um destaque. Se trata da a economia do alumínio.

Vivemos hoje sob o domínio da economia do petróleo, que além de acabar algum dia, trás muita poluição paras nossas cidades. Muitas outras tentativas estão sendo pensadas para substituir o petróleo do seu trono, que esbarram no preço ainda barato do petróleo e no fato de que as petroleiras jamais deixaram outro tipo de fonte energética vingar, se não forem eles mesmo os fomentadores e fornecedores dela. Mais isso nunca impediu ninguém de sonhar.

A grande queridinha para príncipe sucessor do petróleo é o belo hidrogênio, mas foi levantada uma hipótese muito animadora e aparentemente melhor que o hidrogênio para ocupar o lugar de príncipe sucessor do petróleo, que é o ALUMÌNIO.

Vou repetir os comentários colocados por colegas diversos, para continuarmos com o debate desse local, dedicado exclusivamente ao ALUMÌNIO COMBUSTÌVEL!

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2 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:30

h-roo escreveu:Este seria o "vaporeto" III:





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3 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:31

h-roo escreveu:1 kg de aluminio reagindo com 1 kg de água gera 112 gramas de hidrogênio

Alumínio na forma metálica contém 8,6 kWh de energia por kg

Combustível de alumínio tem uma densidade de energia muito elevada de 84 MJ / l - 2,5 vezes maior do que a gasolina,

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4 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:31

h-roo escreveu:

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5 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:32

ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

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6 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:33

jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Muito bem colocado ET, estaríamos tentando obter um beneficio em detrimento de algo muito mais prejudicial, o Hugo que é defensor da natureza conseguiria conviver com isso? sendo um produtor de resíduo que poderia causar um maleficio a saúde e ao meio ambiente.
E agora Hugo, kd a canalização dos seres superiores que te orientam? ta aderindo ao sistema das megalópolis e das industrias que enriquecem sem observar o maléfico que produzem com essa politica de industrialização desenfreada?
Kd aquele Hugo que eu conheci????

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7 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:33

acalister escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Na verdade existe uma forma de se filtrar o óxido de alumínio, mas infelizmente o processo não é barato, além de gerar resíduo, custaria ainda mais dinheiro para sua reciclagem, ainda é um processo inviável.

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8 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:34

marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Vale lembrar que a fabricação do alumínio requer grandes quantidades de energia, o que pode inviabilizar o seu uso para produção de combustível se ele for um dos caltalisadores.

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9 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:35

h-roo escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Muito bem colocado ET, estaríamos tentando obter um beneficio em detrimento de algo muito mais prejudicial, o Hugo que é defensor da natureza conseguiria conviver com isso? sendo um produtor de resíduo que poderia causar um maleficio a saúde e ao meio ambiente.
E agora Hugo, kd a canalização dos seres superiores que te orientam? ta aderindo ao sistema das megalópolis e das industrias que enriquecem sem observar o maléfico que produzem com essa politica de industrialização desenfreada?
Kd aquele Hugo que eu conheci????

Para que eu te responda tens de ser mais específico dizendo qual é o malefício do processo acima?
Te digo que causa menos poluição que o HHO que voces tanto andaram endeusando para depois defenestrar.

Parece que voce esta pensando naquele processo de alumínio com agua e soda.

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10 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:36

jonas.p.andrade escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Vale lembrar que a fabricação do alumínio requer grandes quantidades de energia, o que pode inviabilizar o seu uso para produção de combustível se ele for um dos caltalisadores.

4. PORQUE CÉLULAS COMBUSTÍVEIS A ALUMÍNIO?
Há um interesse estratégico especial para o Brasil: o país possui um grande potencial
hidroelétrico ainda sem utilização, justamente nas proximidades de vastas reservas de bauxita
de boa qualidade, além de dominar o processamento e ser um dos maiores produtores
mundiais de alumínio.
O alumínio reúne pelo menos três características básicas que o tornam muito atrativo:
(i) é uma das espécies químicas mais abundantes e tem grande produção em muitas partes do
mundo, (ii) seu preço é relativamente mais baixo do que outras alternativas, (iii) tem a mais
alta capacidade de estocagem de energia por unidade de peso.
As células a Alumínio foram das primeiras a serem pesquisadas e muito conhecimento
foi sedimentado. Já em 1960 Salomon Zaromb, trabalhando para a Philco Company - USA,
fabricou o primeiro protótipo deste tipo de célula. Em 1992 a empresa Alupower, subsidiária
da Alcan no Canadá (fabricante de alumínio) iniciou o desenvolvimento de um veículo
elétrico com apoio da UQM(www.uqm.com). O Eng° Steve Lapp coordenou a conversão de
um Dodge Caravan para motorização elétrica, acionado por célula Alumínio/Ar e baterias,
que rodou 300Km. O principal problema foi a rápida degradação da membrana de troca, uma
tecnologia que então estava começando. A tecnologia também exigia uma liga de alumínio de
alta pureza, de custo elevado. Este projeto foi descontinuado em 1994 quando a subsidiária foi
vendida para a EnerTek.
Os diversos experimentos realizados mostraram algumas dificuldades, que parecem
não ter sido satisfatoriamente resolvidas. Como conseqüência, as aplicações práticas e
modelos comerciais tem sido escassos, podendo-se considerar que o único segmento onde as
células Al/Ar se consolidaram são como fonte de energia para emergência ou reserva, em
centrais telefônicas e instalações similares, bem como aplicações militares e de campo que
exijam alta densidade de corrente elétrica.
Entretanto, o potencial e atratividade das células Al/Ar é tão grande que sua pesquisa
nunca foi totalmente abandonada, e novos avanços tem sido constantemente registrados,
apesar da forte concorrência de outras tecnologias.
4.1 CARACTERÍSTICAS DAS CÉLULAS A ALUMÍNIO
Células Al/Ar não tem emissões gasosas, não desprendem vapor d’água como no caso
do uso do Hidrogênio: o resíduo não tem impacto ambiental significativo e pode ser reciclado.
Estudos indicam que sua eficiência energética global atinge cerca de 20% com a reciclagem
do óxido de alumínio gerado, contra 13% dos motores de combustão interna (MCI). É um
índice que pode ser superado por alguns outros tipos de células, mas é bem superior aos
motores a explosão e combustíveis fósseis atuais, tomando como referência a eficiência global
no ciclo de vida. Comparado com outros portadores de energia como gasolina, gás natural ou
hidrogênio, o alumínio tem enormes vantagens como baixo peso, combinado com alta
capacidade de armazenar energia, estabilidade numa faixa ampla de temperaturas. Como não
é volátil, nem explosivo, não requer tanques nem transporte especial, pode ser armazenado
sem nenhuma instalação ou dispositivo de segurança. Este é, atualmente, um dos pontos
críticos no desenvolvimento de tecnologia para uso do Hidrogênio: ainda não há uma solução
efetivamente satisfatória para estes aspectos.
Esquema e funcionamento de uma Célula Combustível a Alumínio:


Esquema básico de uma célula Alumínio/Ar:
Fonte: http://129.93.84.115/Chemistry/DoChem/DoChem117.html
Componentes de uma célula Alumínio/Ar:
• Anodo constituido por placa de alumínio (Alluminum Aloy)
• Catodo poroso ao Oxigênio do Ar (Air Cathode)
• Eletrólito líquido, neste caso solução aquosa de cloreto de sódio (Salt water)
• Carga elétrica produzida entre os polos (Load)
Cada quilo de alumínio consome 14kWh para ser produzido, na sua fabricação
original a partir do óxido de alumínio, e parte desta energia pode ser devolvida numa célula
Al/Ar, numa reação química inversa. Para isso, a capa de óxido que existe normalmente sobre
a superfície do alumínio metálico precisa ser rompida, de modo que uma reação de oxidação
se processe continuamente, e este é o papel do eletrólito, sendo o mais comumente usado uma
solução de hidróxido de potássio

A reação química completa produz uma voltagem bastante elevada:
Reações parciais Voltagem



4.2 DESAFIOS TECNOLÓGICOS
É geralmente mais fácil levantar as descobertas e conquistas dos pesquisadores do que
seus fracassos e frustrações, pois isto não costuma ser tão divulgado. Não é diferente no caso
da célula Alumínio/Ar.
Há várias dificuldades, típicas do processo em si, que já foram ou estão sendo
superadas. A primeira é o controle da reação, pois assim que o Al é colocado em contato com
o eletrólito a reação começa, tornando a armazenagem destas células complicada e exigindo
que anodo e eletrólito sejam separados.
O controle da reação de oxidação, de modo a modular o fluxo de energia é outro
desafio que já recebeu inúmeras propostas de solução. No caso das células que usam
combustíveis líquidos ou gasosos isto é simples, bastando controlar o fluxo do combustível.
Mas no caso Al/Ar o anodo é sólido e mesmo as tentativas de pulverizá-lo não foram bem
sucedidas. Uma possível solução é o controle do acesso do oxigênio, patenteada pela
eVionyx.
A acumulação de uma geléia pelo hidróxido de alumínio formado é outro problema,
pois se deposita na superfície do anodo bloqueando a reação, absorve líquido do eletrólito e
obstrui a célula exigindo uma limpeza periódica. A solução mais comum é prover um sistema
de recirculação do eletrólito e uma caixa separadora. Este é um problema que a Europositron
alega ter resolvido satisfatoriamente.
A troca do anodo de alumínio gera diversas dificuldades, para garantir a vedação sem
criar obstáculos à operação normal da célula. A Alupower tem patente de um sistema com
cartucho que parece bem prático, pois torna a recarga mais simples sem requerer troca da
célula.
Finalmente, segundo informação ao autor, dada pelo Dr. Harry Knickle da
Universidade de Rhode Island, que fez avaliações em protótipos destas células, uma das
maiores dificuldades é que a reação produz elétrons mas também desprende hidrogênio como
reação secundária, dependo das condições de operação. Segundo ele, é bastante problemático
controlar esta reação secundária.
Uma verdadeira revolução está em andamento na área energética, estrategicamente
fundamental para a moderna sociedade tecnológica. Muitas novas tecnologias disputam a

supremacia em diferentes aplicações e nichos de mercado. As células combustíveis do tipo
Alumínio/Ar são uma possibilidade real e já encontram diversas aplicações comerciais.
4.3 PERSPECTIVAS PARA AS CÉLULAS A ALUMINIO
Além da célula Al/Ar, diversas outras possibilidades tem sido testadas, algumas já
com relativo sucesso, como: Al/peróxido de hidrogênio para veículos e equipamentos
submarinos; Al/permanganato, entre outras. Também diversas combinações de ligas de
Alumínio e adições no eletrólito tem sido experimentadas, principalmente para controlar a
taxa da reação e a formação de geléia do resultante hidróxido de alumínio.
Dentre as novidades recentes e possibilidades que merecem atenção podemos destacar:
Nova patente da Europositron
Submetida em Jul/2004 pelo finlandês Rainer Partanen, constitui uma novidade
importante em função da performance indicada pelo protótipo, porém ainda deverá ser
desenvolvido um modelo para demonstração. Trata-se de uma nova bateria, que pode ser
recarregada cerca de 3.000 ciclos, utilizando eletroquímica com base em nanotecnologia, com
as seguintes características: densidade de energia 2100 Wh/litro ou 1330 Wh/Kg, opera bem
entre –40°C e +70°C, vida esperada até 30 anos.
Para exemplificar suas vantagens, estima-se que um veículo elétrico como o EV1 da
General Motors poderia usar uma bateria de 60Kg ou 40 litros com capacidade de 80kWh,
suficiente para uma autonomia média de 780Km entre recargas. Entretanto, com as baterias
usadas pela GM, o peso do carro aumenta de 816 para 1550Kg, com autonomia limitada a
145Km trafegando em estradas. Ver www.europositron.com acessado em 06/01/2005.
Células para aplicações navais
Num primeiro fornecimento para a marinha canadense em 1992, a célula Al/Ar da
Alupower mostrou desempenho equivalente ao da célula a metanol da Ballard, ambas usando
oxigênio líquido no catodo, porém depois outras possibilidades foram preferidas. Mais
recentemente, em Agosto de 2004 a eVionyx ganhou duas etapas seguidas de uma
concorrência para a marinha americana desenvolvendo uma célula Al/Ar com energia
específica de 500Wh/Kg e altas densidades de corrente. É um grande mercado potencial.
Aplicações em veículos
Um artigo muito esclarecedor resume as pesquisas de YANG e KNICKLE. “Design
and analysis of aluminum/air battery system for electric vehicles” (Projeto e análise de células
Al/Ar para veículos elétricos). É apresentada uma avaliação do desempenho, descrição de
todo o processo de produção de alumínio e uma avaliação global de custos, considerando todo
o ciclo, com o reaproveitamento dos resíduos das células. Neste artigo foram relatados seu
desempenho e as vantagens comparativas com outros tipos de baterias.
Durante a década de 90 houve uma grande busca por uma bateria que permitisse as
montadoras oferecer um carro elétrico com desempenho e atratividade similar aos veículos
tradicionais de motor a combustão interna, porém aparentemente sem sucesso. A grande
novidade recente foi desenvolvida no MIT com base em tecnologia de nanofosfatos, que deu
origem a empresa A123Systems para fabricar novas baterias do tipo lítio-ion de alta
capacidade e baixo peso. A General Motors está contando com estas baterias para seu novo
veículo VOLT e planeja realizar os primeiros testes no início de 2008, prevendo a
comercialização do veículo até 2010. Ver www.A123Systems.com

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

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11 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:42

h-roo escreveu:... o Alydro, é apenas alumínio e vapor acima de 900º (alumínio derrete abaixo disso).
O único resíduo é o óxido de alumínio, reciclável, portanto sem nenhum risco ou poluição ambiental.

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12 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:45

jonas.p.andrade escreveu:
h-roo escreveu:O vaporeto III (Alydro) coloquei apenas por curiosidade, muita técnologia envolvida e uma patente fechada (tipo formula Coca-Cola)para separação e reciclagem do óxido de alumínio. com poluição ambiental ZERO. Num carro híbrido, com dois tanques (65 litros de alumínio e 65 litros de água) teve uma autonomia de 2.400 kilometros.

ps: apenas para constar, o reator do Vaporeto I tem alguma similaridade com o reator do Vaporeto III, mas não usa alumínio, sendo também muito menor, pois op "vapor" é auxiliar e não combustível principal.

Estive lendo sobre o residuo oxido de alumineo que neste processo sobra, não é o mesmo processo alumínio com agua e soda.

é um residuo sólido, é reciclavel, Podendo ser utilizado em cabine ou gabinetes de jateamento, para limpeza de peças em geral, remoção de camadas oxidadas, limpeza de “carepas” provenientes de tratamento térmico, preparação de superfícies a serem pintadas ou revestidas, além de materiais metálicos é utilizada em peças de vidro, plásticos e metais não ferrosos. Apresenta ótima produtividade nos processos de decapagem, preparação de pintura ou para aplicações de outros revestimentos em metais ferrosos. Ótima produtividade, reciclagem média.

Obs.
Desculpa o equivoco, pensei que usaria soda como eletrolito, ai o efeito residual seria contaminante para o nosso meio.
Mas afinal quem esta preocupado com isso, nestes nossos últimos tempos não é mesmo?
Principalmente no Brasil, que é um das vantagens e befênios pessoais, não importando se com isso outros serão prejudicados, que não é esse o caso deste vaporeto III.

Parece sátira, mas sera que o mundo vai ser vaporizado????


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13 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:46

ET-e-HHO-existe escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:... pensei que usaria soda como eletrolito, ai o efeito residual seria contaminante para o nosso meio....

Jonas, me fala o que sobra do processo alumínio soda cáustica. Eu sempre tentei descobrir o que era e nunca soube realmente. Eu cheguei a guardar um pouco para ver se conseguia descobrir o que era, só sei descrever a aparência: Sólido branco e insolúvel em qualquer coisa que eu tenha tentado dissolver.

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14 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:48

jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:... pensei que usaria soda como eletrolito, ai o efeito residual seria contaminante para o nosso meio....

Jonas, me fala o que sobra do processo alumínio soda cáustica. Eu sempre tentei descobrir o que era e nunca soube realmente. Eu cheguei a guardar um pouco para ver se conseguia descobrir o que era, só sei descrever a aparência: Sólido branco e insolúvel em qualquer coisa que eu tenha tentado dissolver.

Jonas, me fala o que tu sabe disso, eu queria saber o que é esse sólido branco.

Po Et, vc pedindo para mim explicações????
Ta se fazendo de morto para ..... o coveiro?

Em minha humilde cachola, extrai isto, é claro que não chego ao teu pleno conhecimento, a qual joga verde para colher maduro sei que perguntas para me testar, mas vamos lá hehehe.

A reação que ocorre pode ser representada pela equação abaixo:

2 Al + 2 NaOH + 6 H2O --------> 2Na[Al(OH)4] + 3 H2

O alumínio é um elemento anfótero. Isso significa que: em presença de uma base forte, ele atua como ácido e, em presença de um ácido forte, ele atua como uma base. No caso do hidróxido de sódio, ele é uma BASE (não ácido).
O gás liberado é o hidrogênio.
O material residual formado é o aluminato de sódio.
As reações são:

2Al + 2OH- +2H2O ==> 2AlO2- + 3H2 (o gás que sai)
AlO2- + Na+ ==> NaAlO2. (o sólido formado).

O aluminato de sódio é muito solúvel na água, a solução formada é uma base forte que reage violentamente com os ácidos. Os conselhos de precaução quando da utilização são por conseguinte similares aos de um produto corrosivo.

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15 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:49

ET-e-HHO-existe escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:O aluminato de sódio é muito solúvel na água, a solução formada é uma base forte que reage violentamente com os ácidos. Os conselhos de precaução quando da utilização são por conseguinte similares aos de um produto corrosivo.


Ai está o problema, vira uma pedra branca, não tão dura assim, que não dissolve nem em água e nem em ácido e muito menos de onde veio, em soda cáustica.

Por isso passei a duvidar se era aluminato de sódio.

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16 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:49

jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:O aluminato de sódio é muito solúvel na água, a solução formada é uma base forte que reage violentamente com os ácidos. Os conselhos de precaução quando da utilização são por conseguinte similares aos de um produto corrosivo.


Ai está o problema, vira uma pedra branca, não tão dura assim, que não dissolve nem em água e nem em ácido e muito menos de onde veio, em soda cáustica.

Por isso passei a duvidar se era aluminato de sódio.

Nos meus testes eu nem procurei saber, coloquei no meio do concreto, quando esta construindo o barracão, para mim era um produto altamente corrosivo.

O teu amigo marcelo se foi deste barranco hehehe.

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17 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:51

ET-e-HHO-existe escreveu:Voltando ao TT e o alumínio, já contei isso antes, ele já tinha gastado pra perto de 10mil e não conseguia fazer o HHO funcionar na sua S10. Qualquer outra pessoa já teria desconfiado que o HHO não funciona, mas ele não! O HHO deveria ser o futuro da humanidade e não poderia ser mentira. Nesse ponto eu dei a sugestão dele usar bastante gás hidrogênio, que poderia ser de um mero cilindro previamente abastecido em local apropriado, mas eu não fazia ideia de onde comprar gás hidrogênio engarrafado e aconselhei ele a gerar muito gás hidrogênio por decomposição do alumínio, só para testar e medir quanto era necessário ao processo. Ele não quis argumentos e nem justificativas, quase tive de fugir do planeta porque ele estava a ponto de me denunciar ao conselho mundial contra ações antiecológicas. Pro Hugo um sisma com o TT não teria problema, ele vai pra 5ª dimensão mesmo.

Argumento do TT:

Para gerar alumínio foi gasto muita energia elétrica com um custo ecológico muito grande. Reciclar alumínio faz que só se precise usar esse método caríssimo em custo ambiental de forma muito mais reduzida. Se a minha ideia vingasse, se as pessoas começassem a saber que alumínio é combustível como a madeira, então parte do alumínio que iria para reciclagem seria destruído para mover motores, precisando-se gastar mais energia elétrica, com grande custo ambiental, para gerar novamente o alumínio perdido. Para completar isso acabaria com a economia da reciclagem, pois quem iria vender alumínio como sucata se poderia vender como combustível?

Meu argumento:

Retirando a reviravolta que o uso do alumínio como combustível teria para a economia da reciclagem de alumínio, fazendo o preço da sucata de alumínio aumentar, o custo ambiental de gastar muita energia elétrica para produção do alumínio perdido seria compensado pela não utilização do poluente petróleo no mesmo motor agora movido a alumínio. Tira-se de um lado e colocasse em outro, fica tudo igual. Mas tem uma diferença, os motores que antes queimavam petróleo na cidade estariam queimando hidrogênio, reduzindo a poluição nas cidades, levando a poluição para as áreas produtoras de energia elétrica, que é melhor que no centro da cidade.

Argumento que o Jonas colocou e eu pensei que era do Hugo:

Muito interessante, com hidrelétricas e minas de baixita juntas poderia se fazer um alumínio com especificações diferentes para ser usado como combustível. Isso não afetaria a economia de reciclagem do alumínio, mantendo o preço do alumínio estrutural, e permitiria “engarrafar” a energia elétrica das hidrelétricas para usos muito mais versáteis que a transmissão somente por fios. Como muito bem mencionado pelo Jonas, é isso que se quer fazer com a economia do hidrogênio e pode ser muito melhor com a economia do alumínio combustível.

Eu sou a favor da economia do alumínio, embora muito me doa ver a economia do hidrogênio escapar dentro os dedos.

QUE VENHA O TT RECLAMAR! Ele quase não explica nada, só xinga sem parar.

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18 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:53

jonas.p.andrade escreveu:Voltemos ao assunto economia, é que estamos precisando neste plano material hehehehe.
Alumínio, um sorvedouro de energia elétrica.

Carro miniatura usa anéis das latinhas de alumínio como combustível

http://www.youtube.com/watch?v=oagXTI_O5tE

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19 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 03:57



Até aqui dá gosto de ver, assunto focado! Sem pilherias distraitivas.

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20 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 18:41

acalister


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ET, finalmente tu tah indo no caminho certo, mesmo que for só pra testar o que muitos já testaram, existem dezenas de teses e pesquisas sérias sobre a utilização de hidrogênio puro como suplemento em motores a combustão, inclusive alguns recentes de sistemas on board, bacana né.
Tu sabes que eu fabrico este tipo de célula, não utilizando alumínio, da forma como tu pretende fazer, o que importa é o resultado final (somente hidrogênio) enfim, não tem erro, vai fundo que o caminho é esse (hidrogênio puro sem a necessidade de EFIE´s e CHIP.
segue ai uma dica: 2Al + 3H2O + CC => CC + Al2O3 + 3H2 , vai por mim, não tem erro. Só falta vc criar uma forma de controlar e filtrar.rsrs
Ah o resíduo é óxido de alumínio(Al2O3), boa sorte

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21 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 18:54

André eu não vou fazer, não por agora, só to colocando lenha na fogueira para que as pessoas comentem sobre. O assunto ia terminar perdido naquela queixa sem fim do outro tópico e eu não queria que isso acontecesse. Então eu dei destaque ao assunto, como fiz com o tema provocativo sobre "Mistura pobre - O MITO".

Pode deixar o que tu sabe ai para o assunto crescer.

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22 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 19:03

acalister escreveu:ET, finalmente tu tah indo no caminho certo, mesmo que for só pra testar o que muitos já testaram, existem dezenas de teses e pesquisas sérias sobre a utilização de hidrogênio puro como suplemento em motores a combustão, inclusive alguns recentes de sistemas on board, bacana né.
Tu sabes que eu fabrico este tipo de célula, não utilizando alumínio, da forma como tu pretende fazer, o que importa é o resultado final (somente hidrogênio) enfim, não tem erro, vai fundo que o caminho é esse (hidrogênio puro sem a necessidade de EFIE´s e CHIP.
segue ai uma dica: 2Al + 3H2O + CC => CC + Al2O3 + 3H2 , vai por mim, não tem erro. Só falta vc criar uma forma de controlar e filtrar.rsrs
Ah o resíduo é óxido de alumínio(Al2O3), boa sorte

Se você tem a maneira de produzir o hidrogênio e armazenar sob pressão (1 bar já é suficiente) eu tenho como fazer o controle, caso haja interesse.

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23 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 19:10

acalister


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[quote="ET-e-HHO-existe"]André eu não vou fazer, não por agora, só to colocando lenha na fogueira para que as pessoas comentem sobre. O assunto ia terminar perdido naquela queixa sem fim do outro tópico e eu não queria que isso acontecesse. Então eu dei destaque ao assunto, como fiz com o tema provocativo sobre "Mistura pobre - O MITO".

Pode deixar o que tu sabe ai para o assunto crescer.[/quote]

A dica acima usa carbono catalítico, ele não é consumido no processo, enfim, vamos deixar rolar só pra ver se alguém daqui tem um bom projeto e que seja viável.

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24 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 19:15

acalister


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[quote="marcelo.eletrotecnico"][quote="acalister"]ET, finalmente tu tah indo no caminho certo, mesmo que for só pra testar o que muitos já testaram, existem dezenas de teses e pesquisas sérias sobre a utilização de hidrogênio puro como suplemento em motores a combustão, inclusive alguns recentes de sistemas on board, bacana né.
Tu sabes que eu fabrico este tipo de célula, não utilizando alumínio, da forma como tu pretende fazer, o que importa é o resultado final (somente hidrogênio) enfim, não tem erro, vai fundo que o caminho é esse (hidrogênio puro sem a necessidade de EFIE´s e CHIP.
segue ai uma dica: 2Al + 3H2O + CC => CC + Al2O3 + 3H2 , vai por mim, não tem erro. Só falta vc criar uma forma de controlar e filtrar.rsrs
Ah o resíduo é óxido de alumínio(Al2O3), boa sorte [/quote]

Se você tem a maneira de produzir o hidrogênio e armazenar sob pressão (1 bar já é suficiente) eu tenho como fazer o controle, caso haja interesse.[/quote]

Marcelo, até tenho mas é outro sistema, olhe ele ai: http://www.youtube.com/watch?v=7BelUZPSC8s

Esse sistema é de fato o mais prático de todos até agora testado por mim, não consume corrente e nem água, porem sem controle dos bicos ele consome 50% mais combustível na cidade, carro fica acelerado de mais, mesmo após reset da ECU, impressionante. Marcelo vamos arrumar uma forma de testar isso com o MOBMIX sim.

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25 Re: Economia do alumínio em Dom 25 Nov 2012, 19:55

h-roo


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Esse tópico começou errado, com um título enganador, ECONOMIA DO ALUMÍNIO..."esto non ecxiste"...a não ser que voces se tornem também catadores de latinhas, para ter alumínio "de grátis".

Mas vou dar minha colaboração mesmo assim, sugerindo uma válvula economizadora, que se funciona num fogão, que é burro, imagina nuim sistema inteligente, programado. Aliado ao MobMix, que certamente vai contribuir com no mínimo 20% de economia, voces tgerão na soma 50% de economia.



Economia de até 30% testado pela UEM - UNIVERSIDADE ESTADUAL DE MARINGÁ.
- Manômetro com fácil visualização do nível de gás;
- Dispensa o uso de ferramentas;
- Seguro;
- Fácil Instalação;
- Prático e econômico;
- Garantia de 1 ano;
- Reduz a emissão de CO2.
Com várias referências de economia.
Através do manômetro, proporciona o controle sobre a quantidade de gás disponível no botijão, informando o nível de gás existente e evitando que você fique sem gás na hora do cozimento.(OU NA HORA DE DIRIGIR)
Economize seu dinheiro reduzindo em até 30% o consumo de gás e saiba, através do manômetro, quando o gás está acabando.

Local pra comprar:

http://www.pratudotem.com.br/51-econogas-economizador-de-gas-glp.html



Última edição por h-roo em Dom 25 Nov 2012, 20:35, editado 1 vez(es)

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26 Re: Economia do alumínio Hoje à(s) 07:02

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