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Gerador de Hidrogênio por enquanto NÃO FUNCIONA.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:
acalister escreveu:

OK ET, você entendeu muito bem, o MOBMIX já tem vantagens sobre o EFIE e Volo Chip que nem sempre funcionam em todos os carros e marcas nacionais, para ficar 100%, só fica faltando o Marcelo esclarecer essa dúvida.

Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ?

Marcelo, tu tem ajuste de 1 a 6 que significam de 10% a 60% de redução. Redução de que? Redução de injeção de combustível para o mesmo volume de ar admitido? Tu faz ideia do que teu aparelho faz com esse ajuste, nós não, até queria dizer minhas opiniões por aqui, mas não sei o que esse ajuste faz.

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ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
acalister escreveu:

OK ET, você entendeu muito bem, o MOBMIX já tem vantagens sobre o EFIE e Volo Chip que nem sempre funcionam em todos os carros e marcas nacionais, para ficar 100%, só fica faltando o Marcelo esclarecer essa dúvida.

Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ?

Marcelo, tu tem ajuste de 1 a 6 que significam de 10% a 60% de redução. Redução de que? Redução de injeção de combustível para o mesmo volume de ar admitido? Tu faz ideia do que teu aparelho faz com esse ajuste, nós não, até queria dizer minhas opiniões por aqui, mas não sei o que esse ajuste faz.

Estava analisando a questão e percebi uma coisa: os ajustes reduzem em principio, 10% do volume original da gasolina (o valor a ser injetado é recalculado a cada novo pulso de injeção, ou seja, 4 vezes por giro do motor). NO caso na configuração 1, a redução é em torno de 10% (é menor em algumas condiçoes de carga). Mas lembrei que o MOBMIX atua também como EFIE, provocando uma pequena redução no tempo de injeção original do veículo. É possível que os dois efeitos estejam sendo combinados e desta forma trazendo um resultado maior que 10%. Ainda assim, não explica o porque que quando eu tento reduzir 20% o carro não funciona, mas mesmo assim se obtem uma economia superior a 10%.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
acalister escreveu:

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Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ?

Marcelo, tu tem ajuste de 1 a 6 que significam de 10% a 60% de redução. Redução de que? Redução de injeção de combustível para o mesmo volume de ar admitido? Tu faz ideia do que teu aparelho faz com esse ajuste, nós não, até queria dizer minhas opiniões por aqui, mas não sei o que esse ajuste faz.

Estava analisando a questão e percebi uma coisa: os ajustes reduzem em principio, 10% do volume original da gasolina (o valor a ser injetado é recalculado a cada novo pulso de injeção, ou seja, 4 vezes por giro do motor). NO caso na configuração 1, a redução é em torno de 10% (é menor em algumas condiçoes de carga). Mas lembrei que o MOBMIX atua também como EFIE, provocando uma pequena redução no tempo de injeção original do veículo. É possível que os dois efeitos estejam sendo combinados e desta forma trazendo um resultado maior que 10%. Ainda assim, não explica o porque que quando eu tento reduzir 20% o carro não funciona, mas mesmo assim se obtem uma economia superior a 10%.

Marcelo, tu sabes que eu não quero te sacanear, mas ainda insisto, teu conhecimento do seu próprio aparelho está te fazendo comentar como se fossemos teus parceiros de projetos. Conhecemos quase nada do seu projeto, mais imaginamos que sabemos.

Tu diz que reduz 10% no volume de gasolina na configuração 1, eu imagino que tu faça isso reduzindo o tempo de injeção, mas tu afirma que além desse ajuste ainda faz outra redução no tempo de injeção. Entende, pra mim ficou confuso, porque tu reduz o tempo de injeção em 10% e depois impõe nova redução de proporções indefinidas. Para mim isso é duplicata, redundância, ou eu continuo sem entender o que tu tá fazendo com teu aparelho.

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ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
acalister escreveu:

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Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ?

Marcelo, tu tem ajuste de 1 a 6 que significam de 10% a 60% de redução. Redução de que? Redução de injeção de combustível para o mesmo volume de ar admitido? Tu faz ideia do que teu aparelho faz com esse ajuste, nós não, até queria dizer minhas opiniões por aqui, mas não sei o que esse ajuste faz.

Estava analisando a questão e percebi uma coisa: os ajustes reduzem em principio, 10% do volume original da gasolina (o valor a ser injetado é recalculado a cada novo pulso de injeção, ou seja, 4 vezes por giro do motor). NO caso na configuração 1, a redução é em torno de 10% (é menor em algumas condiçoes de carga). Mas lembrei que o MOBMIX atua também como EFIE, provocando uma pequena redução no tempo de injeção original do veículo. É possível que os dois efeitos estejam sendo combinados e desta forma trazendo um resultado maior que 10%. Ainda assim, não explica o porque que quando eu tento reduzir 20% o carro não funciona, mas mesmo assim se obtem uma economia superior a 10%.

Marcelo, tu sabes que eu não quero te sacanear, mas ainda insisto, teu conhecimento do seu próprio aparelho está te fazendo comentar como se fossemos teus parceiros de projetos. Conhecemos quase nada do seu projeto, mais imaginamos que sabemos.

Tu diz que reduz 10% no volume de gasolina na configuração 1, eu imagino que tu faça isso reduzindo o tempo de injeção, mas tu afirma que além desse ajuste ainda faz outra redução no tempo de injeção. Entende, pra mim ficou confuso, porque tu reduz o tempo de injeção em 10% e depois impõe nova redução de proporções indefinidas. Para mim isso é duplicata, redundância, ou eu continuo sem entender o que tu tá fazendo com teu aparelho.

O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

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acalister


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Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ? [/quote]

Marcelo, tu tem ajuste de 1 a 6 que significam de 10% a 60% de redução. Redução de que? Redução de injeção de combustível para o mesmo volume de ar admitido? Tu faz ideia do que teu aparelho faz com esse ajuste, nós não, até queria dizer minhas opiniões por aqui, mas não sei o que esse ajuste faz.[/quote]

Estava analisando a questão e percebi uma coisa: os ajustes reduzem em principio, 10% do volume original da gasolina (o valor a ser injetado é recalculado a cada novo pulso de injeção, ou seja, 4 vezes por giro do motor). NO caso na configuração 1, a redução é em torno de 10% (é menor em algumas condiçoes de carga). Mas lembrei que o MOBMIX atua também como EFIE, provocando uma pequena redução no tempo de injeção original do veículo. É possível que os dois efeitos estejam sendo combinados e desta forma trazendo um resultado maior que 10%. Ainda assim, não explica o porque que quando eu tento reduzir 20% o carro não funciona, mas mesmo assim se obtem uma economia superior a 10%.[/quote]

Marcelo, tu sabes que eu não quero te sacanear, mas ainda insisto, teu conhecimento do seu próprio aparelho está te fazendo comentar como se fossemos teus parceiros de projetos. Conhecemos quase nada do seu projeto, mais imaginamos que sabemos.

Tu diz que reduz 10% no volume de gasolina na configuração 1, eu imagino que tu faça isso reduzindo o tempo de injeção, mas tu afirma que além desse ajuste ainda faz outra redução no tempo de injeção. Entende, pra mim ficou confuso, porque tu reduz o tempo de injeção em 10% e depois impõe nova redução de proporções indefinidas. Para mim isso é duplicata, redundância, ou eu continuo sem entender o que tu tá fazendo com teu aparelho.[/quote]

O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.[/quote]

Marcelo, não sei se tu sabes, o Alberto (mecânico gaucho) que mora nos USA/California, esteve na HHO Games este ano, bem ele estava utilizando o seu MOBMIX ou versão similar nos kits que esta vendendo por lá, tu já trocou ideia com ele? O Alberto é um cara que entrou de cabeça no HHO, o cara é fera no assunto, um dos poucos que sobraram daqueles 300 e poucos fabricantes americanos, tu conhece o cara?

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acalister


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OK ET, você entendeu muito bem, o MOBMIX já tem vantagens sobre o EFIE e Volo Chip que nem sempre funcionam em todos os carros e marcas nacionais, para ficar 100%, só fica faltando o Marcelo esclarecer essa dúvida. [/quote]

Acalister, o aparelho é bem estável, inclusive está sendo testado em uma empresa estrangeira que faz remapeamento de veículos em dinamômetro para em breve começar a comercialização do produto na Ásia, com e sem HHO. A empresa e tem larga experiência no ramo. Desta forma, considero que o produto tenha qualidade e confiabilidade adequadas.

Mas uma pergunta intrigante no momento eu não sei responder. O MOBMIX tem 6 configurações de redução, podendo reduzir de 10 a 60% (não é constante, mas é uma base para que o cliente tenha uma idéia do que está fazendo). Entretanto, não é possível reduzir em 20%, pois quando faço isso o carro fica horrível para andar e o funcionamento fica irregular. Esta tentativa foi feita por todos os clientes. Ainda não testei valores intermediários. Entretanto, mesmo com somente 10% de redução, a economia efetiva no veículo gira em torno de 20 a 30%, já testado em alguns veículos. É intrigante, eu ainda não entendi a razão. Tem alguma idéia do que pode estar acontecendo de fato ? [/quote]

Marcelo, já entendi, o MOBMIX não mia, se eu pisar fundo terei meu motor na forma original, perfeito então.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:

O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

Pelo que entendi, para a centralina não perceber a atuação do MOBMIX, tu emula a sonda lambda e como efeito colateral acaba tendo uma lenta e pequena redução no tempo de injeção. Além disso, tu efetivamente reduz o tempo de injeção pare acionar diretamente os bicos pelo MOBMIX, baypassando a centralina.

Bem, mesmo que eu não tenha te entendido corretamente, vou me apegar a sua última colocação:

"O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%."

Imagino que seja MOBMIX sem HHO que consiga isso? Também não importa. Você efetivamente empobreceu a mistura e deu mais potência ao carro por causa disso, coisa que desafia a lógica.

Marcelo, não me pergunte porque, pois eu tenho minhas reservas contra a explicação que vou lhe dar, mas dizem que mistura cheia de oxigênio queima melhor, que é o caso da mistura pobre até certo ponto. Então menos combustível, melhor aproveitado, rende mais, melhora a eficiência térmica do motor.

Eu sempre perguntei ao André se empobrecemos a mistura para auxiliar o HHO ou injetamos HHO para auxiliar a mistura pobre. Nos escritos da NASA, que o André não gosta que eu relacione a isso, eles usam mistura pobre e corrigem com gás hidrogênio engarrafado. Lê esse estudo, quem sabe responde algumas perguntas?

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marcelo.eletrotecnico escreveu: O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

Ainda nessa questão, eu diria que se tu reduz o combustível em 10% e tem uma economia de 20%, tu melhorou o rendimento do motor de um modo geral, que eu disse ser a eficiência térmica melhorada, mas pode ser outro fator, como redução de perdas, que mesmo mantendo o mesmo rendimento térmico igual ao que era antes deixou o motor mais eficiente.

Eu já argumentei aqui que empobrecer mistura parece com o recurso, bem sucedido, de desligar um pistão de um carro potente em momentos de menos carga para economizar comburível. Isso funciona reduzindo perdas, uma vez que nada mais foi feito para melhorar o rendimento térmico do motor e pior, mantendo todo o atrito que existe com todos os pistões funcionando.

Embora essa técnica (desligar pistão) não mecha na qualidade de mistura (que continua estequiométrica), ao desligar um pistão o motor enfraquece e é necessário pisar mais no pedal para entrar mais ar e se ter a potência necessária para velocidade que se quer. Isso muda a rotação do motor, põe ele para trabalhar em um ponto naturalmente mais eficiente (nesse caso melhoraria mesmo a eficiência térmica do motor) ou, ainda, pode ser por reduzir as perdas no estrangulamento do ar causado por uma menor aceleração, ou "perdas por bombeamento" de ar (se não me engano com o nome).

Te dei umas 3 hipóteses do que pode estar acontecendo:

1)- Excesso de oxigênio e uma queima melhor, resultando em mais potência pela mesma quantidade de combustível.

2)- Necessidade de acelerar (carro ficou mais fraco) e mudar o regime do motor, naquela situação, para uma naturalmente mais eficiente para o motor.

3)- Parecido com o anterior, mas ao invés de uma rotação mais favorável, seria apenas a redução das "perdas de bombeamento" de ar (aspiração sob vácuo da borboleta semi aberta).

Que achas das ideias?

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acalister


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O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.[/quote]

Pelo que entendi, para a centralina não perceber a atuação do MOBMIX, tu emula a sonda lambda e como efeito colateral acaba tendo uma lenta e pequena redução no tempo de injeção. Além disso, tu efetivamente reduz o tempo de injeção pare acionar diretamente os bicos pelo MOBMIX, baypassando a centralina.

Bem, mesmo que eu não tenha te entendido corretamente, vou me apegar a sua última colocação:

"O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%."

Imagino que seja MOBMIX sem HHO que consiga isso? Também não importa. Você efetivamente empobreceu a mistura e deu mais potência ao carro por causa disso, coisa que desafia a lógica.

Marcelo, não me pergunte porque, pois eu tenho minhas reservas contra a explicação que vou lhe dar, mas dizem que mistura cheia de oxigênio queima melhor, que é o caso da mistura pobre até certo ponto. Então menos combustível, melhor aproveitado, rende mais, melhora a eficiência térmica do motor.

Eu sempre perguntei ao André se empobrecemos a mistura para auxiliar o HHO ou injetamos HHO para auxiliar a mistura pobre. Nos escritos da NASA, que o André não gosta que eu relacione a isso, eles usam mistura pobre e corrigem com gás hidrogênio engarrafado. Lê esse estudo, quem sabe responde algumas perguntas? [/quote]

ET, não é que eu não goste que vc fale do relatório da NASA, não existe nenhuma relação entre HHO utilizado aqui e o Hidrogênio puro pressurizado ou on board utilizado pela NASA nos testes.
Já o MOBMIX cortar 10% do combustível injetado e resultar em 20% de economia é explicado pelo fato de o motorista estar conduzindo seu veículo com um tipo de (cabresto), é só isso (10% menos combustível + cabresto MOBMIX + fator psicológico = 20%) de economia, ao substituir o MOBMIX por uma mola instalada no acelerador pode proporcionar o mesmo efeito, ou o motorista acelerar menos tbm pode resultar em economia acima dos 30%.

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acalister escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:

O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

Pelo que entendi, para a centralina não perceber a atuação do MOBMIX, tu emula a sonda lambda e como efeito colateral acaba tendo uma lenta e pequena redução no tempo de injeção. Além disso, tu efetivamente reduz o tempo de injeção pare acionar diretamente os bicos pelo MOBMIX, baypassando a centralina.

Bem, mesmo que eu não tenha te entendido corretamente, vou me apegar a sua última colocação:

"O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%."

Imagino que seja MOBMIX sem HHO que consiga isso? Também não importa. Você efetivamente empobreceu a mistura e deu mais potência ao carro por causa disso, coisa que desafia a lógica.

Marcelo, não me pergunte porque, pois eu tenho minhas reservas contra a explicação que vou lhe dar, mas dizem que mistura cheia de oxigênio queima melhor, que é o caso da mistura pobre até certo ponto. Então menos combustível, melhor aproveitado, rende mais, melhora a eficiência térmica do motor.

Eu sempre perguntei ao André se empobrecemos a mistura para auxiliar o HHO ou injetamos HHO para auxiliar a mistura pobre. Nos escritos da NASA, que o André não gosta que eu relacione a isso, eles usam mistura pobre e corrigem com gás hidrogênio engarrafado. Lê esse estudo, quem sabe responde algumas perguntas?

ET, não é que eu não goste que vc fale do relatório da NASA, não existe nenhuma relação entre HHO utilizado aqui e o Hidrogênio puro pressurizado ou on board utilizado pela NASA nos testes.
Já o MOBMIX cortar 10% do combustível injetado e resultar em 20% de economia é explicado pelo fato de o motorista estar conduzindo seu veículo com um tipo de (cabresto), é só isso (10% menos combustível + cabresto MOBMIX + fator psicológico = 20%) de economia, ao substituir o MOBMIX por uma mola instalada no acelerador pode proporcionar o mesmo efeito, ou o motorista acelerar menos tbm pode resultar em economia acima dos 30%.

Não posso descartar esta totalmente hipótese, mas conseguir 30% de economia simplesmente dirigindo mais "tranquilo" é realmente muito difícl. Nunca vi ninguém relatar nada parecido em nehum circustância. Se fosse assim, porque é tão comum o pessoal ficar no zero a zero com o HHO puro ? Não deveria haver um efeito "placebo" aí também ? E o que dizer dos ímãs e outros artifícios que de fato não produzem efeito algum ?

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ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu: O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

Ainda nessa questão, eu diria que se tu reduz o combustível em 10% e tem uma economia de 20%, tu melhorou o rendimento do motor de um modo geral, que eu disse ser a eficiência térmica melhorada, mas pode ser outro fator, como redução de perdas, que mesmo mantendo o mesmo rendimento térmico igual ao que era antes deixou o motor mais eficiente.

Eu já argumentei aqui que empobrecer mistura parece com o recurso, bem sucedido, de desligar um pistão de um carro potente em momentos de menos carga para economizar comburível. Isso funciona reduzindo perdas, uma vez que nada mais foi feito para melhorar o rendimento térmico do motor e pior, mantendo todo o atrito que existe com todos os pistões funcionando.

Embora essa técnica (desligar pistão) não mecha na qualidade de mistura (que continua estequiométrica), ao desligar um pistão o motor enfraquece e é necessário pisar mais no pedal para entrar mais ar e se ter a potência necessária para velocidade que se quer. Isso muda a rotação do motor, põe ele para trabalhar em um ponto naturalmente mais eficiente (nesse caso melhoraria mesmo a eficiência térmica do motor) ou, ainda, pode ser por reduzir as perdas no estrangulamento do ar causado por uma menor aceleração, ou "perdas por bombeamento" de ar (se não me engano com o nome).

Te dei umas 3 hipóteses do que pode estar acontecendo:

1)- Excesso de oxigênio e uma queima melhor, resultando em mais potência pela mesma quantidade de combustível.

2)- Necessidade de acelerar (carro ficou mais fraco) e mudar o regime do motor, naquela situação, para uma naturalmente mais eficiente para o motor.

3)- Parecido com o anterior, mas ao invés de uma rotação mais favorável, seria apenas a redução das "perdas de bombeamento" de ar (aspiração sob vácuo da borboleta semi aberta).

Que achas das ideias?

Só no "achômetro, apostaria na alternativa 1 somado com o efeito mola do Acalister (não estou sacaneando, é que não achei um outro nome para isso, mas creio que seja possível que o MOBMIX esteja provocando uma espécie de "amortecimento" na aceleração que não é percebido pelo motorista, e assim, acaba também por contribuir no processo). Vou estudar mais o efeito mola, de modo que seja posível controlar este efeito ao gosto do motorista, podendo ainda ampliar mais o efeito de economia. Obrigado Acalister e Milzon pelos comentários.

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h-roo


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marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
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Ainda nessa questão, eu diria que se tu reduz o combustível em 10% e tem uma economia de 20%, tu melhorou o rendimento do motor de um modo geral, que eu disse ser a eficiência térmica melhorada, mas pode ser outro fator, como redução de perdas, que mesmo mantendo o mesmo rendimento térmico igual ao que era antes deixou o motor mais eficiente.

Eu já argumentei aqui que empobrecer mistura parece com o recurso, bem sucedido, de desligar um pistão de um carro potente em momentos de menos carga para economizar comburível. Isso funciona reduzindo perdas, uma vez que nada mais foi feito para melhorar o rendimento térmico do motor e pior, mantendo todo o atrito que existe com todos os pistões funcionando.

Embora essa técnica (desligar pistão) não mecha na qualidade de mistura (que continua estequiométrica), ao desligar um pistão o motor enfraquece e é necessário pisar mais no pedal para entrar mais ar e se ter a potência necessária para velocidade que se quer. Isso muda a rotação do motor, põe ele para trabalhar em um ponto naturalmente mais eficiente (nesse caso melhoraria mesmo a eficiência térmica do motor) ou, ainda, pode ser por reduzir as perdas no estrangulamento do ar causado por uma menor aceleração, ou "perdas por bombeamento" de ar (se não me engano com o nome).

Te dei umas 3 hipóteses do que pode estar acontecendo:

1)- Excesso de oxigênio e uma queima melhor, resultando em mais potência pela mesma quantidade de combustível.

2)- Necessidade de acelerar (carro ficou mais fraco) e mudar o regime do motor, naquela situação, para uma naturalmente mais eficiente para o motor.

3)- Parecido com o anterior, mas ao invés de uma rotação mais favorável, seria apenas a redução das "perdas de bombeamento" de ar (aspiração sob vácuo da borboleta semi aberta).

Que achas das ideias?

Só no "achômetro, apostaria na alternativa 1 somado com o efeito mola do Acalister (não estou sacaneando, é que não achei um outro nome para isso, mas creio que seja possível que o MOBMIX esteja provocando uma espécie de "amortecimento" na aceleração que não é percebido pelo motorista, e assim, acaba também por contribuir no processo). Vou estudar mais o efeito mola, de modo que seja posível controlar este efeito ao gosto do motorista, podendo ainda ampliar mais o efeito de economia. Obrigado Acalister e Milzon pelos comentários.

O "efeito mola", que na realidade não era efeito, mas literalmente uma mola após um determinado aprofundamento no pedal do acelerador, sempre existiu no Fusca.

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marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu: O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.

Ainda nessa questão, eu diria que se tu reduz o combustível em 10% e tem uma economia de 20%, tu melhorou o rendimento do motor de um modo geral, que eu disse ser a eficiência térmica melhorada, mas pode ser outro fator, como redução de perdas, que mesmo mantendo o mesmo rendimento térmico igual ao que era antes deixou o motor mais eficiente.

Eu já argumentei aqui que empobrecer mistura parece com o recurso, bem sucedido, de desligar um pistão de um carro potente em momentos de menos carga para economizar comburível. Isso funciona reduzindo perdas, uma vez que nada mais foi feito para melhorar o rendimento térmico do motor e pior, mantendo todo o atrito que existe com todos os pistões funcionando.

Embora essa técnica (desligar pistão) não mecha na qualidade de mistura (que continua estequiométrica), ao desligar um pistão o motor enfraquece e é necessário pisar mais no pedal para entrar mais ar e se ter a potência necessária para velocidade que se quer. Isso muda a rotação do motor, põe ele para trabalhar em um ponto naturalmente mais eficiente (nesse caso melhoraria mesmo a eficiência térmica do motor) ou, ainda, pode ser por reduzir as perdas no estrangulamento do ar causado por uma menor aceleração, ou "perdas por bombeamento" de ar (se não me engano com o nome).

Te dei umas 3 hipóteses do que pode estar acontecendo:

1)- Excesso de oxigênio e uma queima melhor, resultando em mais potência pela mesma quantidade de combustível.

2)- Necessidade de acelerar (carro ficou mais fraco) e mudar o regime do motor, naquela situação, para uma naturalmente mais eficiente para o motor.

3)- Parecido com o anterior, mas ao invés de uma rotação mais favorável, seria apenas a redução das "perdas de bombeamento" de ar (aspiração sob vácuo da borboleta semi aberta).

Que achas das ideias?

Só no "achômetro, apostaria na alternativa 1 somado com o efeito mola do Acalister (não estou sacaneando, é que não achei um outro nome para isso, mas creio que seja possível que o MOBMIX esteja provocando uma espécie de "amortecimento" na aceleração que não é percebido pelo motorista, e assim, acaba também por contribuir no processo). Vou estudar mais o efeito mola, de modo que seja posível controlar este efeito ao gosto do motorista, podendo ainda ampliar mais o efeito de economia. Obrigado Acalister e Milzon pelos comentários.

Eu ficaria com a opção 2 e 3.

Já estudou sobre esses carros que desliga pistão para economizar e sobre "perdas de bombeamento"?

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acalister


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[quote="marcelo.eletrotecnico"][quote="acalister"][quote="ET-e-HHO-existe"][quote="marcelo.eletrotecnico"]

O que temos é o seguinte:
A simples redução no tempo de injeção não seria suficiente para produzir redução no consumo, uma vez que a centralina do carro vai detectar esta redução e aumentar novamente o tempo de injeção. Desta forma, usa-se um emulador de sonda com um sinal que imita uma mistura levemente rica. Isto evita que a central do carro corrija o tempo de injeção para evitar a correção, mas provoca uma lenta e gradual redução no tempo de injeção, mas que eu duvido que chegue a 5%. Combinado com a redução direta no tempo de injeção teríamos então em torno de 15% (teórico). Eu já tentei reduzir 20% de uma vez mas o carro fica muito ruim (neste caso seria no total). O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%.[/quote]

Pelo que entendi, para a centralina não perceber a atuação do MOBMIX, tu emula a sonda lambda e como efeito colateral acaba tendo uma lenta e pequena redução no tempo de injeção. Além disso, tu efetivamente reduz o tempo de injeção pare acionar diretamente os bicos pelo MOBMIX, baypassando a centralina.

Bem, mesmo que eu não tenha te entendido corretamente, vou me apegar a sua última colocação:

"O que estou questionando é que, com uma redução que aparentemente não chega a 20%, tem se uma economia que passa dos 20%."

Imagino que seja MOBMIX sem HHO que consiga isso? Também não importa. Você efetivamente empobreceu a mistura e deu mais potência ao carro por causa disso, coisa que desafia a lógica.

Marcelo, não me pergunte porque, pois eu tenho minhas reservas contra a explicação que vou lhe dar, mas dizem que mistura cheia de oxigênio queima melhor, que é o caso da mistura pobre até certo ponto. Então menos combustível, melhor aproveitado, rende mais, melhora a eficiência térmica do motor.

Eu sempre perguntei ao André se empobrecemos a mistura para auxiliar o HHO ou injetamos HHO para auxiliar a mistura pobre. Nos escritos da NASA, que o André não gosta que eu relacione a isso, eles usam mistura pobre e corrigem com gás hidrogênio engarrafado. Lê esse estudo, quem sabe responde algumas perguntas? [/quote]

ET, não é que eu não goste que vc fale do relatório da NASA, não existe nenhuma relação entre HHO utilizado aqui e o Hidrogênio puro pressurizado ou on board utilizado pela NASA nos testes.
Já o MOBMIX cortar 10% do combustível injetado e resultar em 20% de economia é explicado pelo fato de o motorista estar conduzindo seu veículo com um tipo de (cabresto), é só isso (10% menos combustível + cabresto MOBMIX + fator psicológico = 20%) de economia, ao substituir o MOBMIX por uma mola instalada no acelerador pode proporcionar o mesmo efeito, ou o motorista acelerar menos tbm pode resultar em economia acima dos 30%.
[/quote]

Não posso descartar esta totalmente hipótese, mas conseguir 30% de economia simplesmente dirigindo mais "tranquilo" é realmente muito difícl. Nunca vi ninguém relatar nada parecido em nehum circustância. Se fosse assim, porque é tão comum o pessoal ficar no zero a zero com o HHO puro ? Não deveria haver um efeito "placebo" aí também ? E o que dizer dos ímãs e outros artifícios que de fato não produzem efeito algum ?[/quote]

Não é isso, acelerar e dirigir com inteligência, é diferente do dirigindo mais tranquilo, sim existe muitos relatos, no youtube mesmo eu já vi alguns, mas o buraco é bem mais embaixo, se o cara tem um abito de dirigir de forma errada, ao instalar qualquer dispositivo que mude a resposta na aceleração, quebra o vício, seria um tipo de reset na mente do cara, a sensação é de estar dirigindo outro carro, não basta o cara imaginar estar economizando,não basta achar, o dispositivo precisa mostrar isso a ele, ele precisa sentir, neste caso a mudança esta na aceleração, mas o efeito dura pouco, com o tempo ele volta a dirigir/acelerar como anteriormente, entendeu agora, claro que essa economia não depende só do KIT, depende tbm do motorista e cada motorista tem uma forma diferente de sentir seu carro, isso é muito pessoal, cada motorista tem seu ponto G

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acalister escreveu:

..
o buraco é bem mais embaixo,
...
cada motorista tem seu ponto G

O cara não consegue cumprimentar um padre sem falar em sexo, mas se fosse com mulheres... só que é fácil notar que sexo para ele sempre é relacionado a homens (ou nem tanto, pois homem que come homem são dois homo-sexuais)

Que coisa estranha isso!

Depois quer denegrir a imagem de um morto que de tanta dignidade que teve na sua vida virou Lord (Lord Kevin), mandando o coitado tomar no cú. Porque isso?

acalister escreveu:
Hugo essa até eu consigo responder, a resposta correta é: no cu do Lord Kelvin

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Marcelo, presta atenção nisso: Apesar do grande conhecimento acumulado, o André sempre se irou e xingava ao extremo (sempre com a velha conotação de que todo mundo é gay) quando aparecia alguém que mostrava algum sucesso no HHO melhor que o suposto sucesso dele.

Aconteceu isso aqui mesmo com o MagoEletronico. Ele até tá educado com você, só não se esqueça que no momento que o HHO está falindo, só teu MOBMIX está apresentando resultados.

Ele e o Hugo precisam destruir essa imagem! Porque? Não sei.

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h-roo


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André
A pescaria de hoje:

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h-roo


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Também morreu pela boca

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h-roo


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Tenho um cachorro, do tempo que eu ainda tinha pouca consciência...ele rasteava e levantava a perdiz e eu a abatia no vôo... ai o cochorro corria e buscava a perdiz. Certa ocasião a perdiz caiu no rio...o cachorro, bom como só ele, pulou na água, mergulhou e voltou com um peixão na boca...um dourado lindo. Estranhei, mas quando limpei o peixe, a perdiz estava no bucho do dourado.
Resultado, eu parei de caçar e o meu cachorro virou pescador.
Olhe ele ai abaixo, pescando:

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http://forum-hho.forumeiros.com/t284p30-eletrostatica-na-eletrolise#9245
h-roo escreveu:Estou aqui tentando me lembrar quem costuma atrair macho pra dentro do fórum...teve um que boi buscado lá no Timor, se bem que esse era meio risonho, meio aboiolado...nada contra, quem gosta que se esbalde...rsrs.

Atraiu tanto macho que perdemos até a contagem...mas isso também não importa, o interessante é a troca de figurinha que fazem entre eles, muito divertido.


Mas ele não esquece, em cada comentário que faz, seja sobre o que for, ele tem de lembrar de um macho...quando não é um dos que ele trouxe pra cá, acaba se referindo a mim.
Podem observar nos próximos comentários dele
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk

Para o Hugo todo macho novo que aparece no fórum sou eu (QUE FIXAÇÃO!). Mesmo que fosse, que eu esteja produzindo nicks diferentes toda semana, os faria com nome de homens porque me vejo assim, homem.

Agora, além dele ver em todo homem a minha imagem, quem será que criou o "Sidnei cor de rosa" para dar uma cantada no Sidnei Branco? Fácil descobri né?

Para com isso Hugo, quando estiver por aqui, pensa em eletrólise, termólise, HHO, motor, deixa tua vida sexual para outra hora, outro lugar. Assim tu atiça o outro (et de geladeira) a se soltar também

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h-roo


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Não falei?...kkkkkkkkkkk
Chegou a copiar um comentário meu lá no outro posta pra comprovar, ao trazer pra cá....kkkkkkkkkkkk
Milzon Tavares, desgruda, aqui ninguem tá querendo comer ninguém, tá perdendo tempo com essa conversa.

Vou falar em algo mais elevado pra ver se me livro do assédio.

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h-roo


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Perguntas á Alaje das Plêiades, membro da Federação Galáctica da Luz
Publicado por Jessica Melo



Ensinamento de Alaje, dado em perguntas de vários participantes, na Alemanha, cujas respostas são verdadeiras lições de vida aos presentes e leitores.



01. Poderia descrever as condições atmosférica e de vida dos Pleiadianos?

Os habitantes de planetas mais desenvolvidos estão vivendo na unicidade com a Existência (chamada de “Deus” na Terra). Quanto mais alto se vai às freqüências das dimensões, mais espiritual as coisas são.Assim, há seres vivendo da luz onde TUDO é pura luz.

A Terra está numa freqüência ainda muito baixa, onde a energia foi condenzada numa forma física e seus habitantes se esqueceram que TUDO tem a sua origem no Espiritual. = A Consciência Cósmica. Assim, as pessoas que perderam a sua conexão com o espiritual, não podem entender que a vida (a Existência) está em todo lugar. Elas precisam desenvolver a consciência para que elas possam entender também, se não nesta vida, na próxima vindoura ou em outras. Elas precisam da experiência da vida.

Não se deve convencer as pessoas que não estão prontas para a vida espiritual. Elas criticam e acham que é mentira ou ficção científica porque ainda estão presas à religião, à ganância, à arrogância, ao ego e estão submissas às palavras apenas. Cada flor tem seu tempo para desabrochar. Não sendo nesta vida, ela terá tantas outras milhares de vida para se desabrochar, para se aprontar, A vida está em todo lugar no Universo; todo planeta, sem excessão, é habitado, por diferentes seres, em diferentes dimensões, em diferentes freqüências. Mesmo a Lua e o Sol tem vida.

Há muitos planetas que tem a vida na mesma freqüência que a Terra, mas a maioria deles é muito mais desenvolvido e tem vida numa dimensão bem mais alta que a da Terra. Isso significa, pois, que há mais energia cósmica e tudo é muitíssimamente mais bonito, cheio de luz e grandeza. As cores são mais vivas e cintilantes, a natureza cresce com cintilações, mais brilho e clarão, as flores fazem melodias, os animais são mais dóceis, todo mundo é telepata, não há mentiras, nem doenças, nem agressividade, nem fome, nem ódio, nem medo, nem ganância ou guerra, porque,também não há religião que é a causa da desordem, ódio, ganância, matança... e todos os problemas na Terra.

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h-roo


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02. Muitas bênçãos à você Caro Alaje. Tenho uma importante pergunta: Você tem alguma formação educacional no seu planeta? e como o sistema educacional de lá funciona?

A aprendizagem nunca pára, mesmo nos mais altos níveis da luz pode-se aprender algo. A educação depende, evidentemente, de qual dimensão o planeta está. Nos planetas bem evoluídos, as crianças estudam as leis cósmicas, como a vida funciona... e eles podem escolher no que pretendem especializar-se espiritualmente.

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h-roo


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03. Caro Alaje, tenho presentimento que mesmo num mundo espiritual, de alta freqüência, haja um “lado escuro” opondo ao lado da luz. É assim mesmo?

Não. Não há maldade, não há ódio, nem ganância, nem mentira, nem “joguinhos pretenciosos ou maliciosos”, porque não há religião mas ESPIRITUALIDADE, LUZ. Aonde há luz não pode haver escuridão, ganância, indiferença, mentira, fome, miséria...Na alta freqüência só há Luz, paz, harmonia, amor universal...

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h-roo


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04. Lí que há uma raça de pele azul que vive nos subterrâneos. São humanos, Alaje?

A “Raça Azul” é humana. Mesmo nas Plêiades há alguns da Raça Azul porque o Sol deles é azul.

05. Você diz na Parte 3 de seus vídeos/mensagens, que os Pleiadianos tiveram na Terra no passado. O que você realmente quis dizer? Quais foram as conexões? Pode compartilhar?

Eu quis dizer, que nós Pleiadianos estivemos na Terra no passado e influenciamos a muitas civilizações delas.

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