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Crimes bárbaros no Brasil, será que é assim no mundo todo?

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Uma família foi a uma rua tradicional no comércio de carros no RJ para comprar um carro, obviamente. Entrou numa loja e ouve uma discussão, então a família saiu da loja e foi procurar um carro em outra loja da mesma rua, já que o que não falta ali é lojas de venda de carros. O logista revoltado chamou alguns bandidos e procuraram a família e executaram (mataram) quase todos eles, estavam em uma loja próxima ainda tentando comprar um carro.

Um garoto chega em casa, um bandido aparece derepente para lhe assaltar. Foi rápido, filmado, não houve reação, só um susto com o aparecimento repentino do bandido, mesmo assim o bandido, depois de recolher o celular da vítima, só depois disso, matou a vítima com um tiro a queima roupa. O bandido faltava 3 dias para completar a maior idade e será julgado como menor indefeso, com todo carinho que o governo federal dá para gente desse tipo. Em menos de 3 anos estará livre e com a ficha limpa, um bom cidadão...

Santos, SP, um cliente discorda do preço da refeição em um restaurante, foi covardemente esfaqueado e morto pelo dono do restaurante.

Um motorista de Van para transporte público, um meio alternativo de transporte muito mal regulado e muitas vezes clandestino, no RJ, esperava entrar boas vítimas na Van e ligava para seus comparsas para entrarem na Van como passageiros e assaltar as boas opções de vítimas que lá estavam, cliente dele, preferencialmente um estrangeiro que se supõe estar cheio da grana. Os bandidos comeram uma turista americana enquanto metiam a porrada no namorado que era forçado a assistir e apanhar.

Um garoto matou a mãe e enterrou no quintal.

Outro garoto mandou a vovó dele lavar a louça, a velhinha não obedeceu, ele deu várias facadas na velhinha e contou isso como quem conta que matou um rato no quintal.

Um casal foi assaltado, a mulher se desesperou e segurou a bolsa que o ladrão puxava (roubava). Isso foi encarado como agressão ou falta de respeito da vítima contra o assaltante, ele, menor de idade, meteu bala na mulher, ela morreu. Na delegacia, em tom de deboche, o assaltante explicou - Ela reagiu, tinha mais que levar bala mesmo! - Reagiu? O que é reação a um assalto? É difícil entender o que um bandido acha ser reação e como eles acham que isso é motivo para matar.

Vou parar por aqui, minha pergunta é: Se você mora fora do Brasil, me esclarece, também é assim no seu país? Sei que aqui nesse fórum aparece gente de todo mundo, mas que fala português, por favor me mata essa curiosidade.



Última edição por ET-e-HHO-existe em Seg 15 Abr 2013, 19:37, editado 2 vez(es)

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Só um detalhe que esqueci de mencionar, uma curiosidade: Sabiam que aqui no Brasil já teve um assassino condenado que saiu livre do tribunal? Isso mesmo, condenado por assassinato e ainda assim saiu livre do tribunal.

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sidneibranco


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ET-e-HHO-existe escreveu:Uma família foi a uma rua tradicional no comércio de carros no RJ para comprar um carro, obviamente. Entrou numa loja e ouve uma discussão, então a família saiu da loja e foi procurar um carro em outra loja da mesma rua, já que o que não falta ali é lojas de venda de carros. O logista revoltado chamou alguns bandidos e procuraram a família e executaram (mataram) quase todos eles, estavam em uma loja próxima ainda tentando comprar um carro.

Um garoto chega em casa, um bandido aparece derepente para lhe assaltar. Foi rápido, filmado, não houve reação, só um susto com o aparecimento repentino do bandido, mesmo assim o bandido, depois de recolher o celular da vítima, só depois disso, matou a vítima com um tiro a queima roupa. O bandido faltava 3 dias para completar a maior idade e será julgado como menor indefeso, com todo carinho que o governo federal dá para gente desse tipo. Em menos de 3 anos estará livre e com a ficha limpa, um bom cidadão...

Santos, SP, um cliente discorda do preço da refeição em um restaurante, foi covardemente esfaqueado e morto pelo dono do restaurante.

Um motorista de Van para transporte público, um meio alternativo de transporte muito mal regulado e muitas vezes clandestino, no RJ, esperava entrar boas vítimas na Van e ligava para seus comparsas para entrarem na Van como passageiros e assaltar as boas opções de vítimas que lá estavam, cliente dele, preferencialmente um estrangeiro que se supõe estar cheio da grana. Os bandidos comeram uma turista americana enquanto metiam a porrada no namorado que era forçado a assistir e apanhar.

Um garoto matou a mãe e enterrou no quintal.

Outro garoto mandou a vovó dele lavar a louça, a velhinha não obedeceu, ele deu várias facadas na velhinha e contou isso como quem conta que matou um rato no quintal.

Um casal foi assaltado, a mulher se desesperou e segurou a bolsa que o ladrão puxava (roubava). Isso foi encarado como agressão ou falta de respeito da vítima contra o assaltante, ele, menor de idade, meteu bala na mulher, ela morreu. Na delegacia, em tom de deboche, o assaltante explicou - Ela reagiu, tinha mais que levar bala mesmo! - Reagiu? O que é reação a um assalto? É difícil entender o que um bandido acha ser reação e como eles acham que isso é motivo para matar.

Vou parar por aqui, minha pergunta é: Se você mora fora do Brasil, me esclarece, também é assim no seu país? Sei que aqui nesse fórum aparece gente de todo mundo, mas que fala português, por favor me mata essa curiosidade.


Lendo tudo isso ainda vai existir alguém que seja contra a pena de morte, pode ter certeza.

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sidneibranco escreveu:

Lendo tudo isso ainda vai existir alguém que seja contra a pena de morte, pode ter certeza.

Sidnei, eu vivo numa cidade que a pouco tempo foi dominada pelo terror de facções marginais que botavam fogo em ônibus e carros, terror geral para ninguém sair de casa. Depois de tamanho abuso aconteceu o impensável, o estado reagiu e eu vi uma das senas mais bonitas da minha vida, bandidos fugindo acuados, dezenas em cima de uma caminhonete, outra dezena a pé, fugindo por cima de um morro de uma favela atacada pelo estado para outra que parecia o mais seguro reduto marginal do RJ. Depois, nem essa favela resistiu ao estado.

Infelizmente para podermos ver essa linda cena o estado não pode fazer bem seu serviço e os bandidos conseguiram fugir. Se fossem atacados por não se renderem e se entregar a dna justa, se o estado ataca como deveria atacar nesses casos de indisciplina marginal, as imagens captadas pela Rede Globo serviriam de um debate imenso contra os agentes do Estado. Aquelas lindas cenas custaram a fuga dos mesmos marginais contra a sociedade. O que vimos não foi bandidos acuados e fugindo, mas bandidos correndo para liberdade, comemorando e agradecendo a Rede Globo suas vidas e liberdade.

Bem, o que eu queria destacar é que o que descrevi agora foi a ação de violência provocada pelo excesso de autoconfiança de marginais que acreditavam já serem inatingíveis, de tanta impunidade que já estavam acostumados. O que eu descrevi antes é bem pior, são os cidadãos comuns, trabalhadores, que fazem bico de bandidos e já se acostumaram, também, a sair impunes de suas peripécias. Ou eram pessoas comuns violentas, ou eram bandidinhos pulguinhas de bunda, não estavam a mando de um poderoso comando marginal, agiam por conta própria, porque não é nada de mais cometer crimes, ainda mais se for "Di-Menor".

Não existe nada de errado com a pena de morte, só que ela não existe no nosso país, se existisse, como existe em muitos países, não seria nada de mais, como não é errado prender assaltantes. Apenas mais uma lei punindo infratores.

Quem argumenta que a função do estado contra infratores e corrigir a domesticar bandidos, esquecendo que a mera punição é justa, adequada, desejada por quem sofre injustiça ou quem assiste pensando ser a próxima vítima, está errado. Que corrija a quem ainda merece alguma correção, mas isso somente depois que a devida punição ao criminoso tenha sido dada. Se a punição foi uma sentença de morte, devidamente legislada e aprovada no congresso, legal então, bem, acho que não sobra mais nada para corrigir do marginal depois, azar o dele.

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Hoje em dia se tu quer ver um filme de terror, liga a TV e assiste as reportagens. Fred Gruguer? Besteira, parece desenho bobinho da bruxa malvada, terror agora é reportagem jornalistica!

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acalister


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[quote="ET-e-HHO-existe"]Hoje em dia se tu quer ver um filme de terror, liga a TV e assiste as reportagens. Fred Gruguer? Besteira, parece desenho bobinho da bruxa malvada, terror agora é reportagem jornalistica![/quote]

KKKKKKKK Fred Gruguer X traficante Nem

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7 Mars one abre inscrições em Qui 18 Abr 2013, 03:48

acalister


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Et, tu não quer ser voluntário não? eu já me inscrevi, essa é a minha única chance de testar o HHO em Marte.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/,c71d23c21971e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html?fb_ref=FBRecommPluginTerra

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acalister escreveu:Et, tu não quer ser voluntário não? eu já me inscrevi, essa é a minha única chance de testar o HHO em Marte.


http://noticias.terra.com.br/ciencia/,c71d23c21971e310VgnCLD2000000dc6eb0aRCRD.html?fb_ref=FBRecommPluginTerra

Cara, eu pensei que o Hugo tinha ido para algum lugar assim, sumiu. Agora o sumido é o Jonas, será que foi pra Marte? Será que estão sequestrando os membros desse fórum? Ou será que o único lugar seguro será em Marte?

Já viu o seriado "Terra nova"?

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sidneibranco


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ET-e-HHO-existe escreveu:
sidneibranco escreveu:

Lendo tudo isso ainda vai existir alguém que seja contra a pena de morte, pode ter certeza.

Sidnei, eu vivo numa cidade que a pouco tempo foi dominada pelo terror de facções marginais que botavam fogo em ônibus e carros, terror geral para ninguém sair de casa. Depois de tamanho abuso aconteceu o impensável, o estado reagiu e eu vi uma das senas mais bonitas da minha vida, bandidos fugindo acuados, dezenas em cima de uma caminhonete, outra dezena a pé, fugindo por cima de um morro de uma favela atacada pelo estado para outra que parecia o mais seguro reduto marginal do RJ. Depois, nem essa favela resistiu ao estado.

Infelizmente para podermos ver essa linda cena o estado não pode fazer bem seu serviço e os bandidos conseguiram fugir. Se fossem atacados por não se renderem e se entregar a dna justa, se o estado ataca como deveria atacar nesses casos de indisciplina marginal, as imagens captadas pela Rede Globo serviriam de um debate imenso contra os agentes do Estado. Aquelas lindas cenas custaram a fuga dos mesmos marginais contra a sociedade. O que vimos não foi bandidos acuados e fugindo, mas bandidos correndo para liberdade, comemorando e agradecendo a Rede Globo suas vidas e liberdade.

Bem, o que eu queria destacar é que o que descrevi agora foi a ação de violência provocada pelo excesso de autoconfiança de marginais que acreditavam já serem inatingíveis, de tanta impunidade que já estavam acostumados. O que eu descrevi antes é bem pior, são os cidadãos comuns, trabalhadores, que fazem bico de bandidos e já se acostumaram, também, a sair impunes de suas peripécias. Ou eram pessoas comuns violentas, ou eram bandidinhos pulguinhas de bunda, não estavam a mando de um poderoso comando marginal, agiam por conta própria, porque não é nada de mais cometer crimes, ainda mais se for "Di-Menor".

Não existe nada de errado com a pena de morte, só que ela não existe no nosso país, se existisse, como existe em muitos países, não seria nada de mais, como não é errado prender assaltantes. Apenas mais uma lei punindo infratores.

Quem argumenta que a função do estado contra infratores e corrigir a domesticar bandidos, esquecendo que a mera punição é justa, adequada, desejada por quem sofre injustiça ou quem assiste pensando ser a próxima vítima, está errado. Que corrija a quem ainda merece alguma correção, mas isso somente depois que a devida punição ao criminoso tenha sido dada. Se a punição foi uma sentença de morte, devidamente legislada e aprovada no congresso, legal então, bem, acho que não sobra mais nada para corrigir do marginal depois, azar o dele.
Com isso sobrariam vagas em presídios sem contar no custo de cada preso.

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acalister


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Teoria das janelas partidas

... Se o vidro de uma janela de um edifício é quebrado e ninguém o troca, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito...


Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA, o professor Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social.

Deixou dois carros abandonados na via pública, dois veículos idênticos, da mesma marca, modelo e cor.

Um ficou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York, outro em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Dois carros idênticos abandonados, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que o carro abandonado em Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Já o carro abandonado em Palo Alto se manteve intacto.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito, atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras (da direita e da esquerda).

Contudo, a experiência em questão não terminou aí.

Quando o carro abandonado em Bronx já estava destruído e o de Palo Alto impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo do bairro rico ao mesmo estado que o do bairro pobre.

Por que que o vidro quebrado, no carro abandonado num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro partido num carro abandonado transmite a ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação, que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, em que vale tudo.
Cada novo ataque que o carro sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores, James Q. Wilson e George Kelling desenvolveram a "Teoria das Janelas Quebradas", a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem são maiores. Se o vidro de uma janela de um edifício é quebrado e ninguém o troca, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais.

Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem "pequenas faltas" (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar um sinal vermelho) e isso não gera punição, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando chegarem à idade adulta.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor à criminalidade), são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, que se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade.

Começou-se por combater as pequenas transgressões: pichações deteriorando o lugar, sujeira das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens.

Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Mais tarde, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, impulsionou a política de Tolerância Zero.

A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão Tolerância Zero soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas seu conceito principal é a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.

Não se trata de linchar o delinquente, nem de estimular a prepotência da polícia. De fato, aos abusos das autoridades deve também aplicar-se a Tolerância Zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na vila ou condomínio onde vivemos, não só em cidades grandes. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.

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ET-e-HHO-existe escreveu:
sidneibranco escreveu:

Lendo tudo isso ainda vai existir alguém que seja contra a pena de morte, pode ter certeza.

Sidnei, eu vivo numa cidade que a pouco tempo foi dominada pelo terror de facções marginais que botavam fogo em ônibus e carros, terror geral para ninguém sair de casa. Depois de tamanho abuso aconteceu o impensável, o estado reagiu e eu vi uma das senas mais bonitas da minha vida, bandidos fugindo acuados, dezenas em cima de uma caminhonete, outra dezena a pé, fugindo por cima de um morro de uma favela atacada pelo estado para outra que parecia o mais seguro reduto marginal do RJ. Depois, nem essa favela resistiu ao estado.

Infelizmente para podermos ver essa linda cena o estado não pode fazer bem seu serviço e os bandidos conseguiram fugir. Se fossem atacados por não se renderem e se entregar a dna justa, se o estado ataca como deveria atacar nesses casos de indisciplina marginal, as imagens captadas pela Rede Globo serviriam de um debate imenso contra os agentes do Estado. Aquelas lindas cenas custaram a fuga dos mesmos marginais contra a sociedade. O que vimos não foi bandidos acuados e fugindo, mas bandidos correndo para liberdade, comemorando e agradecendo a Rede Globo suas vidas e liberdade.

Bem, o que eu queria destacar é que o que descrevi agora foi a ação de violência provocada pelo excesso de autoconfiança de marginais que acreditavam já serem inatingíveis, de tanta impunidade que já estavam acostumados. O que eu descrevi antes é bem pior, são os cidadãos comuns, trabalhadores, que fazem bico de bandidos e já se acostumaram, também, a sair impunes de suas peripécias. Ou eram pessoas comuns violentas, ou eram bandidinhos pulguinhas de bunda, não estavam a mando de um poderoso comando marginal, agiam por conta própria, porque não é nada de mais cometer crimes, ainda mais se for "Di-Menor".

Não existe nada de errado com a pena de morte, só que ela não existe no nosso país, se existisse, como existe em muitos países, não seria nada de mais, como não é errado prender assaltantes. Apenas mais uma lei punindo infratores.

Quem argumenta que a função do estado contra infratores e corrigir a domesticar bandidos, esquecendo que a mera punição é justa, adequada, desejada por quem sofre injustiça ou quem assiste pensando ser a próxima vítima, está errado. Que corrija a quem ainda merece alguma correção, mas isso somente depois que a devida punição ao criminoso tenha sido dada. Se a punição foi uma sentença de morte, devidamente legislada e aprovada no congresso, legal então, bem, acho que não sobra mais nada para corrigir do marginal depois, azar o dele.

A pena de morte não existe no Brasil porque é lucrativo manter milhares de indivíduos encarcerados, em celas que caberiam 6, se põe 60 presos, alguns tem que dormir em redes ou fazer rodízio (fica em pé enquanto o outro dorme). Enquanto está preso, a família do preso recebe um auxílio reclusão (http://www.previdencia.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22), enquanto gasta-se em média de 2000 a 3000 por mês com cada preso ([url=http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167 )]http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167 )[/url]. Aí você pergunta: cadê o lucro ? Evidentemente está no bolso dos ladrões que estão soltosd admnistrando o presídio, pois é óbvio que se tem família por aí sustentando esposa e filhos com 1 conto por mês, é inconcebível dizer que se gasta 2 ou 3 com presos que vivem em verdadeiras pocilgas (algumas pocilgas são mais limpas).


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marcelo.eletrotecnico escreveu:

A pena de morte não existe no Brasil porque é lucrativo manter milhares de indivíduos encarcerados, em celas que caberiam 6, se põe 60 presos, alguns tem que dormir em redes ou fazer rodízio (fica em pé enquanto o outro dorme). Enquanto está preso, a família do preso recebe um auxílio reclusão (http://www.previdencia.gov.br/conteudoDinamico.php?id=22), enquanto gasta-se em média de 2000 a 3000 por mês com cada preso ([url=http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167 )]http://oglobo.globo.com/educacao/brasil-gasta-com-presos-quase-triplo-do-custo-por-aluno-3283167 )[/url]. Aí você pergunta: cadê o lucro ? Evidentemente está no bolso dos ladrões que estão soltosd admnistrando o presídio, pois é óbvio que se tem família por aí sustentando esposa e filhos com 1 conto por mês, é inconcebível dizer que se gasta 2 ou 3 com presos que vivem em verdadeiras pocilgas (algumas pocilgas são mais limpas).

Que existe alguma coisa estranha que impedem a criação de leis mais eficazes, isso tem!

Por isso não aceitei a queixa do Jonas sobre "máfia de multas", mesmo que ela exista. Não posso dizer que a lei deve ser abrandada para que o "cidadão de bem" possa ser perdoado quando comete um errinho bobo, como beber e dirigir, dirigir com sono, acelerar que nem um louco, ultrapassar de forma perigosa porque perdeu a paciência, coisinhas bobas que todos nós já fizemos e colocamos em risco nossas vidas e de outros.

Eu acho que nem tudo deveria dar cadeia e que algumas coisas merecem pena de morte, além de que a menor-idade deveria ser re-pensada, mesmo mantendo a proteção a inconsequência juvenil.

Uma criança de menos de 10 anos de idade pode perfeitamente compreender que matar e roubar é errado, mas não enxergará que se brigar com seu irmãozinho perto da escada, que podem cair pela escada e provocar um grave acidente. Claro que de um adulto, que mesmo sem a intensão assume o risco de matar com uma atitude perigosa, podemos cobrar mais.

Então eu aplicaria uma prisão severa a uma criança intencionalmente homicida, mas não cobraria dela o "risco de matar" deixando ela com uma pena mais leve nesse caso, ou uma mera censura ou restrição, por sua má previsão dos seus atos que inclusive lhe tiram o direito de agir livremente sem aprovação dos pais para várias atividades. De um adulto homicida, por motivo torpe, a esses eu aplicaria a pena de morte, em especial para quem usou de requintes de crueldade.

Eu diria que o risco para quem faz as leis de ser assaltado, queimado por não ter o que o ladrão quer, ter seu filho surrado quando volta da escola por "crianças" marginais que lhes querem roubar, ter sua filha estrupada e outras gracinhas que temos de engolir e sequer desejar a justiça, pois mesmo que pegos a pena imposta será leve demais, como para esses fazedores da lei isso virtualmente não lhes acontecerá, eles tem que parecer magnânimos, eles não punem, eles criam "institutos de correção", não "locais de punição", mas que na verdade são faculdades do crime. Que se dane, eles nem vão parar lá e nem serão acossados por quem para lá vai se formar em bandido. Não sei nem como aprovaram a lei "Maria da Penha", que alias não tem impedido de mulheres serem mortas.

Mas na visão de políticos e crentes ETezianos, o "amor incondicional" é a regra!



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acalister escreveu:Teoria das janelas partidas

... Se o vidro de uma janela de um edifício é quebrado e ninguém o troca, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais. Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito...


Em 1969, na Universidade de Stanford (EUA, o professor Phillip Zimbardo realizou uma experiência de psicologia social.

Deixou dois carros abandonados na via pública, dois veículos idênticos, da mesma marca, modelo e cor.

Um ficou em Bronx, na altura uma zona pobre e conflituosa de Nova York, outro em Palo Alto, uma zona rica e tranquila da Califórnia. Dois carros idênticos abandonados, dois bairros com populações muito diferentes e uma equipe de especialistas em psicologia social estudando as condutas das pessoas em cada local.

Resultou que o carro abandonado em Bronx começou a ser vandalizado em poucas horas. Perdeu as rodas, o motor, os espelhos, o rádio, etc. Levaram tudo o que fosse aproveitável e aquilo que não puderam levar, destruíram. Já o carro abandonado em Palo Alto se manteve intacto.

É comum atribuir à pobreza as causas de delito, atribuição em que coincidem as posições ideológicas mais conservadoras (da direita e da esquerda).

Contudo, a experiência em questão não terminou aí.

Quando o carro abandonado em Bronx já estava destruído e o de Palo Alto impecável, os investigadores partiram um vidro do automóvel de Palo Alto.

O resultado foi que se desencadeou o mesmo processo que o do Bronx, e o roubo, a violência e o vandalismo reduziram o veículo do bairro rico ao mesmo estado que o do bairro pobre.

Por que que o vidro quebrado, no carro abandonado num bairro supostamente seguro, é capaz de disparar todo um processo delituoso?

Não se trata de pobreza. Evidentemente é algo que tem que ver com a psicologia humana e com as relações sociais. Um vidro partido num carro abandonado transmite a ideia de deterioração, de desinteresse, de despreocupação, que vai quebrar os códigos de convivência, como de ausência de lei, de normas, de regras, em que vale tudo.
Cada novo ataque que o carro sofre reafirma e multiplica essa ideia, até que a escalada de atos cada vez piores se torna incontrolável, desembocando numa violência irracional.

Em experiências posteriores, James Q. Wilson e George Kelling desenvolveram a "Teoria das Janelas Quebradas", a mesma que de um ponto de vista criminalístico conclui que o delito é maior nas zonas onde o descuido, a sujeira, a desordem são maiores. Se o vidro de uma janela de um edifício é quebrado e ninguém o troca, muito rapidamente estarão quebrados todos os demais.

Se uma comunidade exibe sinais de deterioração e isto parece não importar a ninguém, então ali se gerará o delito.

Se se cometem "pequenas faltas" (estacionar em lugar proibido, exceder o limite de velocidade ou passar um sinal vermelho) e isso não gera punição, então começam as faltas maiores e logo delitos cada vez mais graves. Se se permitem atitudes violentas como algo normal no desenvolvimento das crianças, o padrão de desenvolvimento será de maior violência quando chegarem à idade adulta.

Se os parques e outros espaços públicos deteriorados são progressivamente abandonados pela maioria das pessoas (que deixa de sair das suas casas por temor à criminalidade), são progressivamente ocupados pelos delinquentes.

A Teoria das Janelas Quebradas foi aplicada pela primeira vez em meados da década de 80 no metrô de Nova York, que se havia convertido no ponto mais perigoso da cidade.

Começou-se por combater as pequenas transgressões: pichações deteriorando o lugar, sujeira das estações, alcoolismo entre o público, evasões ao pagamento de passagem, pequenos roubos e desordens.

Os resultados foram evidentes. Começando pelo pequeno conseguiu-se fazer do metrô um lugar seguro.

Mais tarde, em 1994, Rudolph Giuliani, prefeito de Nova York, baseado na Teoria das Janelas Quebradas e na experiência do metrô, impulsionou a política de Tolerância Zero.

A estratégia consistia em criar comunidades limpas e ordenadas, não permitindo transgressões à Lei e às normas de convivência urbana. O resultado prático foi uma enorme redução de todos os índices criminais da cidade de Nova York.

A expressão Tolerância Zero soa como uma espécie de solução autoritária e repressiva, mas seu conceito principal é a prevenção e promoção de condições sociais de segurança.

Não se trata de linchar o delinquente, nem de estimular a prepotência da polícia. De fato, aos abusos das autoridades deve também aplicar-se a Tolerância Zero. Não é tolerância zero em relação à pessoa que comete o delito, mas tolerância zero em relação ao próprio delito. Trata-se de criar comunidades limpas, ordenadas, respeitosas da lei e dos códigos básicos da convivência social humana.

Essa é uma teoria interessante e pode ser comprovada em nossa vida diária, seja em nosso bairro, na vila ou condomínio onde vivemos, não só em cidades grandes. A tolerância zero colocou Nova York na lista das cidades seguras. Esta teoria pode também explicar o que acontece aqui no Brasil com corrupção, impunidade, amoralidade, criminalidade, vandalismo, etc.


André, isso que tu mostra ai acima é simplesmente fantástico, merece ser repetido e compreendido, embora pouco esforço seja necessário para aceitar essas palavras.

Vocês se lembram quando fizeram uma reforma nas leis de transito a muitos anos atrás, dizendo que agora o bicho iria pegar para quem desobedecesse as novas leis de transito? Eu moro no Rio de Janeiro e o pessoal por aqui não é muito educado no transito, disputam palmo a palmo o asfalto, que saia da frente quem não aguenta o rojão. Já estive em outras cidades em que o respeito era bem maior, também em outras incrivelmente pior, como Rio das Ostras.

Faixa de pedestre no Rio, isso só é virtualmente respeitado, isso porque depois dela um fluxo de carros rápidos impedem que se chegue do outro lado do cruzamento fazendo que motoristas irritados pararem o carro, mas não pararem de acelerar, e esperem o sinal (semáforo) abrir. Existe perto da praça Tiradentes, no centro do Rio, uma ruazinha que tem uma faixa de pedestre que sem um moralizador cruzamento de fluxo intenso, feita apenas para os pedestres terem um local para atravessar, pura consideração a quem quer chegar ao outro lado da rua e está a pé, jamais é respeitada. Uma faixa dessas é um mero desenho no chão, se quisermos atravessar ali, mesmo com sinal (semáforo) fechado para os carros, teremos que atravessar no meio dos carros parados, entre parachoques, porque o outro sinal (semáforo) a frente, que tem um moralizador cruzamento de fluxo intenso, provocou um pequeno engarrafamento até ali.

A supra sitada lei tinha acabado de ser implantada e alardeada nos meios de comunicação, eu diante da referida faixa de pedestre para atravessar a rua e sabendo que teria de esperar o outro sinal fechar para provocar um pequeno engarrafamento no qual eu passaria contornando carros estacionados na faixa de pedestre, esperava o sinal fechar. Quando fechou, eis que apareceu diante de mim, estupefato, a faixa de pedestres livre, carros antes e depois dela, nenhuma roda ou parachoque em cima da faixa. Eu confesso que tive medo, pois a minha única segurança de não ser atropelado era que o próximo parachoque estava a poucos centímetros de distância e eu poderia passar entre esses dois parachoques porque não valia à pena para o motorista bater no carro a frente. Tive medo, uma faixa ampla que dava para meio carro ocupar, poderia ser a qualquer momento atropelado, mas lembrei da lei de transito e tomei coragem e atravessei. Foi assim por alguns meses, talvez 1 mês, talvez 15 dias, logo, logo os motoristas descobriram que a lei não era tão brava assim, tudo voltou ao normal, a faixa de pedestre continua um desenho indecifrável para os motoristas do Rio. Mas por poucos dias eu experimentei um Rio de Janeiro onde as leis de transito e o respeito ao pedestre e demais usuários das vias cariocas eram respeitados.

Isso é perfeitamente explicado pelo texto do André. Enquanto pensaram que era pra valer, todos recobraram sua educação e passaram a respeitar as leis de transito, foi só deixar "uma janela" de oportunidade e a bagunça voltou!



Link para foto ampliada (aqui)

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Um menino de 5 anos foi morto (tiro na cabeça) porque chorou durante o assalto

http://www.97news.com.br/noticias_abrir.php?ct=6&id=12823

Hoje, altas horas da noite, um grupo de assaltantes invadiram uma casa de  colombianos que trabalhavam numa confecção. Não satisfeitos com o dinheiro que encontraram no local, criaram o terror e uma criança chorou de pânico pedindo para não morrer, mas foi exatamente o que o bandido fez, matou o garotinho de 5 anos para ele parar de chorar.

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acalister


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Me impressiona que até redução de passagem seja mais importante que a criminalidade crescente em quantidade e crueldade. Parece que o brasileiro tá satisfeito com a criminalidade e acha que nunca será atingido por ela...

Hoje escutei um polícia dizer que o Brasil não pode ter pena de morte porque os políticos são piores que os possíveis condenados a morte. As pessoas querem mais ver um político morto que o marginal que matou o garotinho colombiano.

Isso me causa uma dúvida: Claro que a política, transporte e educação merecem grande atenção, mas deixar saúde e criminalidade como problema menor...(sequer mencionado pelos revoltados comentaristas dos vídeos citados), isso me faz perguntar se no final disso tudo só teremos mais confusão, violência e dor, pois o que tá interessando a galera é quem manda na bagaça.

Cada vez mais a violência e qualidade de vida será menos importante que derrubar do poder os políticos atuais e assumir o poder com uma nova elite. Sem perceberem, a qualidade de vida do cidadão ficará cada vez mais esquecida e difícil, causando ainda mais revolta, desestabilizando mais ainda qualquer governo que exista, mesmo o governo que sucederá esse, ou o governo pós revolução.

Engraçado como a era MAD MAX vai se iniciar, vai iniciar com um grito de agonia no Brasil por melhores condições de vida, mas que vira uma luta pela modificação do poder dominante e esquece da melhoria de vida que foi pedida no início. Isso vai ser seguido por outros países, isso é diferente da "primavera árabe", vai atingir (influenciar) qualquer país do 3ª e também do 1º mundo. O cenário começa a se montar...



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ET, e a PEC 30A, ninguém mais falou nada a respeito, estranho isso.

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acalister escreveu:ET, e a PEC 30A, ninguém mais falou nada a respeito, estranho isso.

Hoje mostrou uma pesquisa no programa "Fantástico", da rede globo, que os brasileiros preocupados com a violência e segurança diminuiu em 50%. Isso não se deve ao Brasil ter se tornado um país mais pacífico, muito pelo contrário, pois o latrocínio aumentou muito nesse ano, além de outros tipos de assassinato, mas as manifestações populares não acham o tema "violência" importante e a população já aderiu a "voz das ruas". Será porque diminuir a violência não tem haver com modificar quem manda no país?

Nem sei como explicar porque uma população que sofre nas costas a violência gratuita e enojante, noticiada todos os dias com novos casos cada vez mais sórdidos, porque essa gente acha que isso é um problema menor, que até deve ser ignorado, ou só lembrado poucas vezes. Como se explica isso?

André, o que pede essa PEC?

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[quote="ET-e-HHO-existe"][quote="acalister"]ET, e a PEC 30A, ninguém mais falou nada a respeito, estranho isso.[/quote]

Hoje mostrou uma pesquisa no programa "Fantástico", da rede globo, que os brasileiros preocupados com a violência e segurança diminuiu em 50%. Isso não se deve ao Brasil ter se tornado um país mais pacífico, muito pelo contrário, pois o latrocínio aumentou muito nesse ano, além de outros tipos de assassinato, mas as manifestações populares não acham o tema "violência" importante e a população já aderiu a "voz das ruas". Será porque diminuir a violência não tem haver com modificar quem manda no país?

Nem sei como explicar porque uma população que sofre nas costas a violência gratuita e enojante, noticiada todos os dias com novos casos cada vez mais sórdidos, porque essa gente acha que isso é um problema menor, que até deve ser ignorado, ou só lembrado poucas vezes. Como se explica isso?

André, o que pede essa PEC?[/quote]

ET, estranho, pesquisa, fantástico, isso tudo é mídia, não é a real não, o povo está sim preocupado, o problema é sair as ruas manifestando esse tema, o povo tem medo, sofre repressão, a industria do crime é forte, para muitos a criminalidade esta relacionada a corrupção, enfim, não sei se tu entendeu.

a PEC 30A , brincadeira minha, 30 amperes HHO, sr.TTS, amigo político etc.. .

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acalister escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
acalister escreveu:ET, e a PEC 30A, ninguém mais falou nada a respeito, estranho isso.

Hoje mostrou uma pesquisa no programa "Fantástico", da rede globo, que os brasileiros preocupados com a violência e segurança diminuiu em 50%. Isso não se deve ao Brasil ter se tornado um país mais pacífico, muito pelo contrário, pois o latrocínio aumentou muito nesse ano, além de outros tipos de assassinato, mas as manifestações populares não acham o tema "violência" importante e a população já aderiu a "voz das ruas". Será porque diminuir a violência não tem haver com modificar quem manda no país?

Nem sei como explicar porque uma população que sofre nas costas a violência gratuita e enojante, noticiada todos os dias com novos casos cada vez mais sórdidos, porque essa gente acha que isso é um problema menor, que até deve ser ignorado, ou só lembrado poucas vezes. Como se explica isso?

André, o que pede essa PEC?

ET, estranho, pesquisa, fantástico, isso tudo é mídia, não é a real não, o povo está sim preocupado,  o problema é sair as ruas manifestando esse tema, o povo tem medo, sofre repressão, a industria do crime é forte, para muitos a criminalidade esta relacionada a corrupção, enfim, não sei se tu entendeu.

a PEC 30A , brincadeira minha, 30 amperes HHO, sr.TTS, amigo político etc.. .

André, o que eu já desconfiava de que essa passeataria todo ofuscava, desviava, a mente do povo de coisas como a violência, que antes interessava, para só pensar em mudança de poder, quase um golpe de estado, isso foi confirmado pela pesquisa anunciada no fantástico.

Eu avisei isso aqui antes dessa pesquisa e ela só confirmou. Olha teus vídeos, não se fala em violência neles, você mesmo me confirmou isso neles. A briga das passeatas é contra o governo e a violência é coisa do povo, pelo menos é isso que os passeateiros pensam.

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acalister


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Hoje mostrou uma pesquisa no programa "Fantástico", da rede globo, que os brasileiros preocupados com a violência e segurança diminuiu em 50%. Isso não se deve ao Brasil ter se tornado um país mais pacífico, muito pelo contrário, pois o latrocínio aumentou muito nesse ano, além de outros tipos de assassinato, mas as manifestações populares não acham o tema "violência" importante e a população já aderiu a "voz das ruas". Será porque diminuir a violência não tem haver com modificar quem manda no país?

Nem sei como explicar porque uma população que sofre nas costas a violência gratuita e enojante, noticiada todos os dias com novos casos cada vez mais sórdidos, porque essa gente acha que isso é um problema menor, que até deve ser ignorado, ou só lembrado poucas vezes. Como se explica isso?

André, o que pede essa PEC?[/quote]

ET, estranho, pesquisa, fantástico, isso tudo é mídia, não é a real não, o povo está sim preocupado,  o problema é sair as ruas manifestando esse tema, o povo tem medo, sofre repressão, a industria do crime é forte, para muitos a criminalidade esta relacionada a corrupção, enfim, não sei se tu entendeu.

a PEC 30A , brincadeira minha, 30 amperes HHO, sr.TTS, amigo político etc.. .
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André, o que eu já desconfiava de que essa passeataria todo ofuscava, desviava, a mente do povo de coisas como a violência, que antes interessava, para só pensar em mudança de poder, quase um golpe de estado, isso foi confirmado pela pesquisa anunciada no fantástico.

Eu avisei isso aqui antes dessa pesquisa e ela só confirmou. Olha teus vídeos, não se fala em violência neles, você mesmo me confirmou isso neles. A briga das passeatas é contra o governo e a violência é coisa do povo, pelo menos é isso que os passeateiros pensam.[/quote]

flúor e mais flúor na água para acalmar a população, poucos anunciantes na copinha da globo, o desgoverno, e inicio de mudanças na república das bananas. você não tem ideia de como esta são paulo hoje, tensão total nas polícias e exercito, todos aquartelados, o bicho esta pegando.
minha empregada assistiu o fantástico ontem, segundo ela foi ótimo, mostrou os preparativos do casamento da Mulher Moranguinho com um tal de Nando????????

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acalister escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
acalister escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
acalister escreveu:ET, e a PEC 30A, ninguém mais falou nada a respeito, estranho isso.

Hoje mostrou uma pesquisa no programa "Fantástico", da rede globo, que os brasileiros preocupados com a violência e segurança diminuiu em 50%. Isso não se deve ao Brasil ter se tornado um país mais pacífico, muito pelo contrário, pois o latrocínio aumentou muito nesse ano, além de outros tipos de assassinato, mas as manifestações populares não acham o tema "violência" importante e a população já aderiu a "voz das ruas". Será porque diminuir a violência não tem haver com modificar quem manda no país?

Nem sei como explicar porque uma população que sofre nas costas a violência gratuita e enojante, noticiada todos os dias com novos casos cada vez mais sórdidos, porque essa gente acha que isso é um problema menor, que até deve ser ignorado, ou só lembrado poucas vezes. Como se explica isso?

André, o que pede essa PEC?

ET, estranho, pesquisa, fantástico, isso tudo é mídia, não é a real não, o povo está sim preocupado,  o problema é sair as ruas manifestando esse tema, o povo tem medo, sofre repressão, a industria do crime é forte, para muitos a criminalidade esta relacionada a corrupção, enfim, não sei se tu entendeu.

a PEC 30A , brincadeira minha, 30 amperes HHO, sr.TTS, amigo político etc.. .

André, o que eu já desconfiava de que essa passeataria todo ofuscava, desviava, a mente do povo de coisas como a violência, que antes interessava, para só pensar em mudança de poder, quase um golpe de estado, isso foi confirmado pela pesquisa anunciada no fantástico.

Eu avisei isso aqui antes dessa pesquisa e ela só confirmou. Olha teus vídeos, não se fala em violência neles, você mesmo me confirmou isso neles. A briga das passeatas é contra o governo e a violência é coisa do povo, pelo menos é isso que os passeateiros pensam.

flúor  e mais flúor na água para acalmar a população, poucos anunciantes na copinha da globo, o desgoverno, e inicio de mudanças na república das bananas. você não tem ideia de como esta são paulo hoje, tensão total nas polícias e exercito, todos aquartelados,  o bicho esta pegando.  
minha empregada assistiu o fantástico ontem, segundo ela foi ótimo, mostrou os preparativos do casamento da Mulher Moranguinho com um tal de Nando????????

André, é minha impressão do que está acontecendo, uma elucubração própria, de que um povo acuado entre uma centena de problemas, ignorado pelo governo e explorado por bandidos e todos que podem, esse povo resolveu gritar de desespero. Eu imaginava que a violência seria uma das principais bandeiras, junto com saúde e até reforma política, mas foi uma queixa de transportes que começou isso tudo, como se outras coisas piores não existissem no Brasil.

Bem, o povo tomou as ruas e as motivações se ampliaram, mas, na minha opinião, para o povo,  reformar a política e criar uma nova forma de governo, isso se tornou mais importante que tudo, e causas como violência e saúde estão perdendo a importância, como se o povo quisesse derrubar o governo e tomar para si mesmo esse poder.

O povo está enebriado com o novo poder que descobriu ter.

Agora, é bom ver que tem gente com a cuca tão fresca que em meio a reportagens do aumento do latrocínio, decadência da saúde e passeatas, só conseguiu prestar atenção no casamento da Moranguinho, que foi incluída no meio dessas reportagens mais pesadas para abrandar o tom do dia. Que bom que ela tem cuca fresca para não ter visto mais nada além disso, como se vivesse no país do amor e da prosperidade.

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acalister


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Et, povo esta pedindo (sem violência) , vem pra rua vc tbm ET

http://www.youtube.com/watch?v=xsBff36o-Nk

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acalister


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olha a globo ai, fantástico esse vídeo!

http://www.youtube.com/watch?v=vmsoURWoULI


http://www.youtube.com/watch?v=bifEwb2fMRA


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