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101 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 18:16

ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Vale lembrar que a fabricação do alumínio requer grandes quantidades de energia, o que pode inviabilizar o seu uso para produção de combustível se ele for um dos caltalisadores.

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102 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 18:32

h-roo


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jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Muito bem colocado ET, estaríamos tentando obter um beneficio em detrimento de algo muito mais prejudicial, o Hugo que é defensor da natureza conseguiria conviver com isso? sendo um produtor de resíduo que poderia causar um maleficio a saúde e ao meio ambiente.
E agora Hugo, kd a canalização dos seres superiores que te orientam? ta aderindo ao sistema das megalópolis e das industrias que enriquecem sem observar o maléfico que produzem com essa politica de industrialização desenfreada?
Kd aquele Hugo que eu conheci????

Para que eu te responda tens de ser mais específico dizendo qual é o malefício do processo acima?
Te digo que causa menos poluição que o HHO que voces tanto andaram endeusando para depois defenestrar.

Parece que voce e o ET/Milzon estão pensando naquele processo de alumínio com agua e soda.

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103 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 18:53

h-roo


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h-roo escreveu:
h-roo escreveu:Bom, agora vou ajudar o Doutor Hans a programar seu mais recente hobby...fazer de um motor V8 um V4+V4 (4 gasolina+4 vapor)
Preciso ficar atento para que ele não seja tentado a cálcular o torque "à la tavares"...rsrs

Bom...muito bom.
Feitas todas as análises, garantia de 100% de possibilidade.
O V4 gasolina continuará original, talvez apenas troca de bico injetor. O V4 a vapor passará a funcionar como 2 tempos.
Porém aplicavel apenas em pick-ups, cabine simples ou dupla.
Será uma maravilha para as Dodge Ram, que o pessoal compra e depois não aguenta abastecer. A economia poderá chegar a 70% com perda de apenas 20 a 25% na potencia.

Parece que ninguem entendeu.
Qualquer motor, gasolina ou diesel, pode ser transformado fácilmente para funcionar a vapor. O que propuz é transformar 50% dos cilindros, aproveitando a exaustão (+-350 graus) para formar vapor.

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104 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 18:59

marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Vale lembrar que a fabricação do alumínio requer grandes quantidades de energia, o que pode inviabilizar o seu uso para produção de combustível se ele for um dos caltalisadores.

4. PORQUE CÉLULAS COMBUSTÍVEIS A ALUMÍNIO?
Há um interesse estratégico especial para o Brasil: o país possui um grande potencial
hidroelétrico ainda sem utilização, justamente nas proximidades de vastas reservas de bauxita
de boa qualidade, além de dominar o processamento e ser um dos maiores produtores
mundiais de alumínio.
O alumínio reúne pelo menos três características básicas que o tornam muito atrativo:
(i) é uma das espécies químicas mais abundantes e tem grande produção em muitas partes do
mundo, (ii) seu preço é relativamente mais baixo do que outras alternativas, (iii) tem a mais
alta capacidade de estocagem de energia por unidade de peso.
As células a Alumínio foram das primeiras a serem pesquisadas e muito conhecimento
foi sedimentado. Já em 1960 Salomon Zaromb, trabalhando para a Philco Company - USA,
fabricou o primeiro protótipo deste tipo de célula. Em 1992 a empresa Alupower, subsidiária
da Alcan no Canadá (fabricante de alumínio) iniciou o desenvolvimento de um veículo
elétrico com apoio da UQM(www.uqm.com). O Eng° Steve Lapp coordenou a conversão de
um Dodge Caravan para motorização elétrica, acionado por célula Alumínio/Ar e baterias,
que rodou 300Km. O principal problema foi a rápida degradação da membrana de troca, uma
tecnologia que então estava começando. A tecnologia também exigia uma liga de alumínio de
alta pureza, de custo elevado. Este projeto foi descontinuado em 1994 quando a subsidiária foi
vendida para a EnerTek.
Os diversos experimentos realizados mostraram algumas dificuldades, que parecem
não ter sido satisfatoriamente resolvidas. Como conseqüência, as aplicações práticas e
modelos comerciais tem sido escassos, podendo-se considerar que o único segmento onde as
células Al/Ar se consolidaram são como fonte de energia para emergência ou reserva, em
centrais telefônicas e instalações similares, bem como aplicações militares e de campo que
exijam alta densidade de corrente elétrica.
Entretanto, o potencial e atratividade das células Al/Ar é tão grande que sua pesquisa
nunca foi totalmente abandonada, e novos avanços tem sido constantemente registrados,
apesar da forte concorrência de outras tecnologias.
4.1 CARACTERÍSTICAS DAS CÉLULAS A ALUMÍNIO
Células Al/Ar não tem emissões gasosas, não desprendem vapor d’água como no caso
do uso do Hidrogênio: o resíduo não tem impacto ambiental significativo e pode ser reciclado.
Estudos indicam que sua eficiência energética global atinge cerca de 20% com a reciclagem
do óxido de alumínio gerado, contra 13% dos motores de combustão interna (MCI). É um
índice que pode ser superado por alguns outros tipos de células, mas é bem superior aos
motores a explosão e combustíveis fósseis atuais, tomando como referência a eficiência global
no ciclo de vida. Comparado com outros portadores de energia como gasolina, gás natural ou
hidrogênio, o alumínio tem enormes vantagens como baixo peso, combinado com alta
capacidade de armazenar energia, estabilidade numa faixa ampla de temperaturas. Como não
é volátil, nem explosivo, não requer tanques nem transporte especial, pode ser armazenado
sem nenhuma instalação ou dispositivo de segurança. Este é, atualmente, um dos pontos
críticos no desenvolvimento de tecnologia para uso do Hidrogênio: ainda não há uma solução
efetivamente satisfatória para estes aspectos.
Esquema e funcionamento de uma Célula Combustível a Alumínio:


Esquema básico de uma célula Alumínio/Ar:
Fonte: http://129.93.84.115/Chemistry/DoChem/DoChem117.html
Componentes de uma célula Alumínio/Ar:
• Anodo constituido por placa de alumínio (Alluminum Aloy)
• Catodo poroso ao Oxigênio do Ar (Air Cathode)
• Eletrólito líquido, neste caso solução aquosa de cloreto de sódio (Salt water)
• Carga elétrica produzida entre os polos (Load)
Cada quilo de alumínio consome 14kWh para ser produzido, na sua fabricação
original a partir do óxido de alumínio, e parte desta energia pode ser devolvida numa célula
Al/Ar, numa reação química inversa. Para isso, a capa de óxido que existe normalmente sobre
a superfície do alumínio metálico precisa ser rompida, de modo que uma reação de oxidação
se processe continuamente, e este é o papel do eletrólito, sendo o mais comumente usado uma
solução de hidróxido de potássio

A reação química completa produz uma voltagem bastante elevada:
Reações parciais Voltagem



4.2 DESAFIOS TECNOLÓGICOS
É geralmente mais fácil levantar as descobertas e conquistas dos pesquisadores do que
seus fracassos e frustrações, pois isto não costuma ser tão divulgado. Não é diferente no caso
da célula Alumínio/Ar.
Há várias dificuldades, típicas do processo em si, que já foram ou estão sendo
superadas. A primeira é o controle da reação, pois assim que o Al é colocado em contato com
o eletrólito a reação começa, tornando a armazenagem destas células complicada e exigindo
que anodo e eletrólito sejam separados.
O controle da reação de oxidação, de modo a modular o fluxo de energia é outro
desafio que já recebeu inúmeras propostas de solução. No caso das células que usam
combustíveis líquidos ou gasosos isto é simples, bastando controlar o fluxo do combustível.
Mas no caso Al/Ar o anodo é sólido e mesmo as tentativas de pulverizá-lo não foram bem
sucedidas. Uma possível solução é o controle do acesso do oxigênio, patenteada pela
eVionyx.
A acumulação de uma geléia pelo hidróxido de alumínio formado é outro problema,
pois se deposita na superfície do anodo bloqueando a reação, absorve líquido do eletrólito e
obstrui a célula exigindo uma limpeza periódica. A solução mais comum é prover um sistema
de recirculação do eletrólito e uma caixa separadora. Este é um problema que a Europositron
alega ter resolvido satisfatoriamente.
A troca do anodo de alumínio gera diversas dificuldades, para garantir a vedação sem
criar obstáculos à operação normal da célula. A Alupower tem patente de um sistema com
cartucho que parece bem prático, pois torna a recarga mais simples sem requerer troca da
célula.
Finalmente, segundo informação ao autor, dada pelo Dr. Harry Knickle da
Universidade de Rhode Island, que fez avaliações em protótipos destas células, uma das
maiores dificuldades é que a reação produz elétrons mas também desprende hidrogênio como
reação secundária, dependo das condições de operação. Segundo ele, é bastante problemático
controlar esta reação secundária.
Uma verdadeira revolução está em andamento na área energética, estrategicamente
fundamental para a moderna sociedade tecnológica. Muitas novas tecnologias disputam a

supremacia em diferentes aplicações e nichos de mercado. As células combustíveis do tipo
Alumínio/Ar são uma possibilidade real e já encontram diversas aplicações comerciais.
4.3 PERSPECTIVAS PARA AS CÉLULAS A ALUMINIO
Além da célula Al/Ar, diversas outras possibilidades tem sido testadas, algumas já
com relativo sucesso, como: Al/peróxido de hidrogênio para veículos e equipamentos
submarinos; Al/permanganato, entre outras. Também diversas combinações de ligas de
Alumínio e adições no eletrólito tem sido experimentadas, principalmente para controlar a
taxa da reação e a formação de geléia do resultante hidróxido de alumínio.
Dentre as novidades recentes e possibilidades que merecem atenção podemos destacar:
Nova patente da Europositron
Submetida em Jul/2004 pelo finlandês Rainer Partanen, constitui uma novidade
importante em função da performance indicada pelo protótipo, porém ainda deverá ser
desenvolvido um modelo para demonstração. Trata-se de uma nova bateria, que pode ser
recarregada cerca de 3.000 ciclos, utilizando eletroquímica com base em nanotecnologia, com
as seguintes características: densidade de energia 2100 Wh/litro ou 1330 Wh/Kg, opera bem
entre –40°C e +70°C, vida esperada até 30 anos.
Para exemplificar suas vantagens, estima-se que um veículo elétrico como o EV1 da
General Motors poderia usar uma bateria de 60Kg ou 40 litros com capacidade de 80kWh,
suficiente para uma autonomia média de 780Km entre recargas. Entretanto, com as baterias
usadas pela GM, o peso do carro aumenta de 816 para 1550Kg, com autonomia limitada a
145Km trafegando em estradas. Ver www.europositron.com acessado em 06/01/2005.
Células para aplicações navais
Num primeiro fornecimento para a marinha canadense em 1992, a célula Al/Ar da
Alupower mostrou desempenho equivalente ao da célula a metanol da Ballard, ambas usando
oxigênio líquido no catodo, porém depois outras possibilidades foram preferidas. Mais
recentemente, em Agosto de 2004 a eVionyx ganhou duas etapas seguidas de uma
concorrência para a marinha americana desenvolvendo uma célula Al/Ar com energia
específica de 500Wh/Kg e altas densidades de corrente. É um grande mercado potencial.
Aplicações em veículos
Um artigo muito esclarecedor resume as pesquisas de YANG e KNICKLE. “Design
and analysis of aluminum/air battery system for electric vehicles” (Projeto e análise de células
Al/Ar para veículos elétricos). É apresentada uma avaliação do desempenho, descrição de
todo o processo de produção de alumínio e uma avaliação global de custos, considerando todo
o ciclo, com o reaproveitamento dos resíduos das células. Neste artigo foram relatados seu
desempenho e as vantagens comparativas com outros tipos de baterias.
Durante a década de 90 houve uma grande busca por uma bateria que permitisse as
montadoras oferecer um carro elétrico com desempenho e atratividade similar aos veículos
tradicionais de motor a combustão interna, porém aparentemente sem sucesso. A grande
novidade recente foi desenvolvida no MIT com base em tecnologia de nanofosfatos, que deu
origem a empresa A123Systems para fabricar novas baterias do tipo lítio-ion de alta
capacidade e baixo peso. A General Motors está contando com estas baterias para seu novo
veículo VOLT e planeja realizar os primeiros testes no início de 2008, prevendo a
comercialização do veículo até 2010. Ver www.A123Systems.com

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

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105 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:15

h-roo


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[quote="jonas.p.andrade"][quote="marcelo.eletrotecnico"]
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

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106 solução viável em Sab 24 Nov 2012, 19:19

acalister


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http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=2yBR0HIc-oI#!

http://www.gizmag.com/hydroice-solar-powered-engine/25139/?utm_source=Gizmag+Subscribers&utm_campaign=244c333358-UA-2235360-4&utm_medium=email

tradução google:

HydroICE projeto o desenvolvimento de um motor de combustão alimentado por energia solar

OK, as primeiras coisas primeiro - parada imaginando um carro com painéis solares conectados a seu motor. O Missouri baseada inventores Matt Bellue e Ben Cooper está trabalhando é algo um pouco diferente do que isso. Eles querem ter um motor de combustão interna, e executá-lo em água e óleo de aquecimento solar em vez de gasolina. Esse motor poderia, então, ser ligado a um gerador, para fornecer eletricidade limpa. Embora isso possa soar um pouco duvidoso para alguns, Bellue e Cooper já construiu um protótipo em pequena escala.


A dupla chamaram a HydroICE sistema, que é curto para a Hydro de limpeza do mecanismo interno. Veja como eles visualizam que trabalhar ...

Para começar, espelhada parabólicas colectores solares seriam usados ​​para aquecer o óleo a uma temperatura de, pelo menos, 400-700 º F (204-371 º C). Este óleo quente, então, ser injectado na câmara de cilindro do motor, tal como a gasolina normalmente é. A microgotículas pouco de água, então, também ser introduzido, o que tornaria a vapor imediatamente após o contacto com o óleo quente.

O vapor em rápida expansão que servem ao mesmo propósito a explosão de gás, empurrando o pistão para baixo e rodando o eixo de transmissão. Quando o pistão chegar ao fim do seu curso, o vapor de óleo usado e sairia do cilindro e ser executada por meio de um separador de óleo / vapor. Eles podem, em seguida, cada uma ser devolvidos aos seus respectivos reservatórios, para reutilização no sistema de circuito fechado.


O óleo quente seria injectada para dentro do cilindro (Fig. 1/Port A), as gotas de água que, em seguida, ser introduzida para que o óleo (Fig. 2/Port B), em seguida, o vapor resultante iria forçar o pistão para baixo (Fig. 3)

A fim de testar a tecnologia, Bellue e Cooper ter convertido um motor a gasolina 31cc 2 tempos para funcionar como um motor de HydroICE. Embora não seja claro se eles realmente tinham a coisa funcionar, no entanto, eles têm parceria com Missouri State University e da Universidade de Missouri de Ciência e Tecnologia para desenvolver todo o hardware necessário periféricos (como os coletores solares), e para testar eficiência do motor.


Essa eficiência é atualmente estimada em pelo menos 15 por cento - quase o mesmo que a máxima eficiência dos actuais painéis fotovoltaicos. Grande vantagem da tecnologia, no entanto, seria preço. Eles estão projetando que um sistema HydroICE custaria cerca de um quarto do que um sistema fotovoltaico equivalente-produto iria para ... Obviamente, porém, que ainda está procurando alguma distância abaixo da estrada.

Por enquanto, eles estão tentando levantar fundos de pesquisa e desenvolvimento através IndieGoGo . Mais informações estão disponíveis em seu vídeo passo abaixo.

Fonte: HydroICE

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107 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:20

h-roo escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Muito bem colocado ET, estaríamos tentando obter um beneficio em detrimento de algo muito mais prejudicial, o Hugo que é defensor da natureza conseguiria conviver com isso? sendo um produtor de resíduo que poderia causar um maleficio a saúde e ao meio ambiente.
E agora Hugo, kd a canalização dos seres superiores que te orientam? ta aderindo ao sistema das megalópolis e das industrias que enriquecem sem observar o maléfico que produzem com essa politica de industrialização desenfreada?
Kd aquele Hugo que eu conheci????

Para que eu te responda tens de ser mais específico dizendo qual é o malefício do processo acima?
Te digo que causa menos poluição que o HHO que voces tanto andaram endeusando para depois defenestrar.

Parece que voce e o ET/Milzon estão pensando naquele processo de alumínio com agua e soda.

HUGO, OLHA ISSO.

Astrônomos encontram nova super-Terra potencialmente habitável.

http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/32437-astronomos-encontram-nova-super-terra-potencialmente-habitavel.htm
Além disso, os cientistas acreditam que a HD 40307g conta com uma massa pelo menos sete vezes superior à da Terra, além de provavelmente girar em torno de seu próprio eixo — em vez de orbitar sempre com a mesma face voltada para sua estrela —, o que significa que o astro pode apresentar ciclos de dias e noites semelhantes aos do nosso planeta, aumentando, assim, as chances de que alguma forma de vida possa se desenvolver por lá.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/32437-astronomos-encontram-nova-super-terra-potencialmente-habitavel.htm#ixzz2D9qYDTw2


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108 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:40

h-roo escreveu:
h-roo escreveu:
h-roo escreveu:Bom, agora vou ajudar o Doutor Hans a programar seu mais recente hobby...fazer de um motor V8 um V4+V4 (4 gasolina+4 vapor)
Preciso ficar atento para que ele não seja tentado a cálcular o torque "à la tavares"...rsrs

Bom...muito bom.
Feitas todas as análises, garantia de 100% de possibilidade.
O V4 gasolina continuará original, talvez apenas troca de bico injetor. O V4 a vapor passará a funcionar como 2 tempos.
Porém aplicavel apenas em pick-ups, cabine simples ou dupla.
Será uma maravilha para as Dodge Ram, que o pessoal compra e depois não aguenta abastecer. A economia poderá chegar a 70% com perda de apenas 20 a 25% na potencia.

Parece que ninguem entendeu.
Qualquer motor, gasolina ou diesel, pode ser transformado fácilmente para funcionar a vapor. O que propuz é transformar 50% dos cilindros, aproveitando a exaustão (+-350 graus) para formar vapor.

Tanto não entendi que deixei a seguinte pergunta:

ET-e-HHO-existe escreveu:Alguém entendeu o que esse galáctico ser está fazendo? O vaporeto versão II, será?

Agora que tu explicaou, ficou mais claro o vaporeto II ou III.

O que me pergunto agora é o que tem haver o combustível alumínio com isso tudo? Ele também faz parte do vaporeto III, ou seria o vaporeto IV?

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109 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:53

[quote="h-roo"][quote="jonas.p.andrade"]
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

Hugo, reduz a velocidade que tu tá atropelando os comentários. Tudo que está dito acima são palavras suas e não minhas, nem do Marcelo e nem do Jonas. Dá uma editada e lê o que tu posta antes de apertar o botão de [enviar]



Última edição por ET-e-HHO-existe em Sab 24 Nov 2012, 19:54, editado 1 vez(es)

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110 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:54

h-roo


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jonas.p.andrade escreveu:
h-roo escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Muito bem colocado ET, estaríamos tentando obter um beneficio em detrimento de algo muito mais prejudicial, o Hugo que é defensor da natureza conseguiria conviver com isso? sendo um produtor de resíduo que poderia causar um maleficio a saúde e ao meio ambiente.
E agora Hugo, kd a canalização dos seres superiores que te orientam? ta aderindo ao sistema das megalópolis e das industrias que enriquecem sem observar o maléfico que produzem com essa politica de industrialização desenfreada?
Kd aquele Hugo que eu conheci????

Para que eu te responda tens de ser mais específico dizendo qual é o malefício do processo acima?
Te digo que causa menos poluição que o HHO que voces tanto andaram endeusando para depois defenestrar.

Parece que voce e o ET/Milzon estão pensando naquele processo de alumínio com agua e soda.

HUGO, OLHA ISSO.

Astrônomos encontram nova super-Terra potencialmente habitável.

http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/32437-astronomos-encontram-nova-super-terra-potencialmente-habitavel.htm
Além disso, os cientistas acreditam que a HD 40307g conta com uma massa pelo menos sete vezes superior à da Terra, além de provavelmente girar em torno de seu próprio eixo — em vez de orbitar sempre com a mesma face voltada para sua estrela —, o que significa que o astro pode apresentar ciclos de dias e noites semelhantes aos do nosso planeta, aumentando, assim, as chances de que alguma forma de vida possa se desenvolver por lá.

Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/32437-astronomos-encontram-nova-super-terra-potencialmente-habitavel.htm#ixzz2D9qYDTw2



Pois é Jonas, esse é um, entre milhares de planetas habitados por humanos (não somos originários daqui), humanóides e seres de outra complexão.
Logo estarão aqui para demonstrar o que venho dizendo sobre energia e tecnologia. Tudo o que estamos fazendo aqui, HHO, Alydro, cachimbo, etc..etc...é chover no molhado. Eu inclusive. Só que eu interajo sem querer criar nada, apenas dando assunto pra voces "brigarem" comigo...rsrs. Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

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111 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:55

[quote="h-roo"][quote="jonas.p.andrade"]
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

HUGO OLHA ISSO.

Astrônomos encontram nova super-Terra potencialmente habitável.

os cientistas acreditam que a HD 40307g conta com uma massa pelo menos sete vezes superior à da Terra, além de provavelmente girar em torno de seu próprio eixo — em vez de orbitar sempre com a mesma face voltada para sua estrela —, o que significa que o astro pode apresentar ciclos de dias e noites semelhantes aos do nosso planeta, aumentando, assim, as chances de que alguma forma de vida possa se desenvolver por lá.

http://www.tecmundo.com.br/mega-curioso/32437-astronomos-encontram-nova-super-terra-potencialmente-habitavel.htm


DESULPA TER REPETIDO O POST, PENSEI QUE NÃO TINHA CLICADO ANTERIORMENTE EM INVIAR, PERCEBI QUE O HUGO JÁ LEU E RESPONDEU.
MAS SEMPRE COM UM ATENUANTE, PUXANDO PARA SI A SARDINHA, RSRSRS



Última edição por jonas.p.andrade em Sab 24 Nov 2012, 20:02, editado 1 vez(es)

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112 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:59

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jonas.p.andrade escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

Hugo, reduz a velocidade que tu tá atropelando os comentários. Tudo que está dito acima são palavras suas e não minhas, nem do Marcelo e nem do Jonas. Dá uma editada e lê o que tu posta antes de apertar o botão de [enviar]

Desatropela voce...as palavras tuas e do Marcelo eu deletei. As palavras acima são do Jonas sim, que eu respondi: "..Não é o mesmo processo que expuz acima.."

No que seria o vaporeto III, o Alydro, é apenas alumínio e vapor acima de 900º (alumínio derrete abaixo disso).
O único resíduo é o óxido de alumínio, reciclável, portanto sem nenhum risco ou poluição ambiental.

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113 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 19:59

h-roo escreveu:... Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

Com certeza Hugo, estamos nos preparando (pistolas d'água neles!) para receber os invasores, como também nos preparamos para receber papai Noel. Vão vir juntinhos e o Hugo de vaporeto atrás deles!



Última edição por ET-e-HHO-existe em Sab 24 Nov 2012, 20:04, editado 1 vez(es)

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114 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:03

[quote="h-roo"][quote="ET-e-HHO-existe"]
h-roo escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

Hugo, reduz a velocidade que tu tá atropelando os comentários. Tudo que está dito acima são palavras suas e não minhas, nem do Marcelo e nem do Jonas. Dá uma editada e lê o que tu posta antes de apertar o botão de [enviar]

Desatropela voce...as palavras tuas e do Marcelo eu deletei. As palavras acima são do Jonas sim, que eu respondi: "..Não é o mesmo processo que expuz acima.."

No que seria o vaporeto III, o Alydro, é apenas alumínio e vapor acima de 900º (alumínio derrete abaixo disso).
O único resíduo é o óxido de alumínio, reciclável, portanto sem nenhum risco ou poluição ambiental.

Hugo, não posso me furtar de passar toda essa matéria para o meu inimigo ambiental TT (Thomas T. Soares). Ele vai vir nos cascos te pegar, vai ser engraçado. Devo mandar um e-mail a ele?

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115 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:04

ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:... Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

Com certeza Hugo, estamos nos preparando (pistolas d'água neles!) para receber os invasores, como também nos preparamos para receber papai Noel. Vão vir juntinhos e o Hugo de vaporeta atrás deles!
KKK rsrsrs, esse site esta ficando igual ao outro que desativaram.

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116 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:06

jonas.p.andrade escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, muito bem colocado, embora conheçamos o alumínio em sua função estrutural, tal qual a madeira ele pode construir uma janela ou dar energia para mover um motor. Agora, como esse reator de alumínio consegue se livrar do óxido de alumínio, coisinha aderente e ótima para função estrutural, mas péssimo para sua função de combustível? Já vi gente usar gálio ou soda cáustica para driblar esse problema, como esse reator resolve esse problema?

Tu sabe que minha desavença com o TTSoares veio deu indicar para ele retirar o H2 do alumínio e não da eletrólise. Dizia ele que eu era um inimigo da natureza!

Vale lembrar que a fabricação do alumínio requer grandes quantidades de energia, o que pode inviabilizar o seu uso para produção de combustível se ele for um dos caltalisadores.

4. PORQUE CÉLULAS COMBUSTÍVEIS A ALUMÍNIO?
Há um interesse estratégico especial para o Brasil: o país possui um grande potencial
hidroelétrico ainda sem utilização, justamente nas proximidades de vastas reservas de bauxita
de boa qualidade, além de dominar o processamento e ser um dos maiores produtores
mundiais de alumínio.
O alumínio reúne pelo menos três características básicas que o tornam muito atrativo:
(i) é uma das espécies químicas mais abundantes e tem grande produção em muitas partes do
mundo, (ii) seu preço é relativamente mais baixo do que outras alternativas, (iii) tem a mais
alta capacidade de estocagem de energia por unidade de peso.
As células a Alumínio foram das primeiras a serem pesquisadas e muito conhecimento
foi sedimentado. Já em 1960 Salomon Zaromb, trabalhando para a Philco Company - USA,
fabricou o primeiro protótipo deste tipo de célula. Em 1992 a empresa Alupower, subsidiária
da Alcan no Canadá (fabricante de alumínio) iniciou o desenvolvimento de um veículo
elétrico com apoio da UQM(www.uqm.com). O Eng° Steve Lapp coordenou a conversão de
um Dodge Caravan para motorização elétrica, acionado por célula Alumínio/Ar e baterias,
que rodou 300Km. O principal problema foi a rápida degradação da membrana de troca, uma
tecnologia que então estava começando. A tecnologia também exigia uma liga de alumínio de
alta pureza, de custo elevado. Este projeto foi descontinuado em 1994 quando a subsidiária foi
vendida para a EnerTek.
Os diversos experimentos realizados mostraram algumas dificuldades, que parecem
não ter sido satisfatoriamente resolvidas. Como conseqüência, as aplicações práticas e
modelos comerciais tem sido escassos, podendo-se considerar que o único segmento onde as
células Al/Ar se consolidaram são como fonte de energia para emergência ou reserva, em
centrais telefônicas e instalações similares, bem como aplicações militares e de campo que
exijam alta densidade de corrente elétrica.
Entretanto, o potencial e atratividade das células Al/Ar é tão grande que sua pesquisa
nunca foi totalmente abandonada, e novos avanços tem sido constantemente registrados,
apesar da forte concorrência de outras tecnologias.
4.1 CARACTERÍSTICAS DAS CÉLULAS A ALUMÍNIO
Células Al/Ar não tem emissões gasosas, não desprendem vapor d’água como no caso
do uso do Hidrogênio: o resíduo não tem impacto ambiental significativo e pode ser reciclado.
Estudos indicam que sua eficiência energética global atinge cerca de 20% com a reciclagem
do óxido de alumínio gerado, contra 13% dos motores de combustão interna (MCI). É um
índice que pode ser superado por alguns outros tipos de células, mas é bem superior aos
motores a explosão e combustíveis fósseis atuais, tomando como referência a eficiência global
no ciclo de vida. Comparado com outros portadores de energia como gasolina, gás natural ou
hidrogênio, o alumínio tem enormes vantagens como baixo peso, combinado com alta
capacidade de armazenar energia, estabilidade numa faixa ampla de temperaturas. Como não
é volátil, nem explosivo, não requer tanques nem transporte especial, pode ser armazenado
sem nenhuma instalação ou dispositivo de segurança. Este é, atualmente, um dos pontos
críticos no desenvolvimento de tecnologia para uso do Hidrogênio: ainda não há uma solução
efetivamente satisfatória para estes aspectos.
Esquema e funcionamento de uma Célula Combustível a Alumínio:


Esquema básico de uma célula Alumínio/Ar:
Fonte: http://129.93.84.115/Chemistry/DoChem/DoChem117.html
Componentes de uma célula Alumínio/Ar:
• Anodo constituido por placa de alumínio (Alluminum Aloy)
• Catodo poroso ao Oxigênio do Ar (Air Cathode)
• Eletrólito líquido, neste caso solução aquosa de cloreto de sódio (Salt water)
• Carga elétrica produzida entre os polos (Load)
Cada quilo de alumínio consome 14kWh para ser produzido, na sua fabricação
original a partir do óxido de alumínio, e parte desta energia pode ser devolvida numa célula
Al/Ar, numa reação química inversa. Para isso, a capa de óxido que existe normalmente sobre
a superfície do alumínio metálico precisa ser rompida, de modo que uma reação de oxidação
se processe continuamente, e este é o papel do eletrólito, sendo o mais comumente usado uma
solução de hidróxido de potássio

A reação química completa produz uma voltagem bastante elevada:
Reações parciais Voltagem



4.2 DESAFIOS TECNOLÓGICOS
É geralmente mais fácil levantar as descobertas e conquistas dos pesquisadores do que
seus fracassos e frustrações, pois isto não costuma ser tão divulgado. Não é diferente no caso
da célula Alumínio/Ar.
Há várias dificuldades, típicas do processo em si, que já foram ou estão sendo
superadas. A primeira é o controle da reação, pois assim que o Al é colocado em contato com
o eletrólito a reação começa, tornando a armazenagem destas células complicada e exigindo
que anodo e eletrólito sejam separados.
O controle da reação de oxidação, de modo a modular o fluxo de energia é outro
desafio que já recebeu inúmeras propostas de solução. No caso das células que usam
combustíveis líquidos ou gasosos isto é simples, bastando controlar o fluxo do combustível.
Mas no caso Al/Ar o anodo é sólido e mesmo as tentativas de pulverizá-lo não foram bem
sucedidas. Uma possível solução é o controle do acesso do oxigênio, patenteada pela
eVionyx.
A acumulação de uma geléia pelo hidróxido de alumínio formado é outro problema,
pois se deposita na superfície do anodo bloqueando a reação, absorve líquido do eletrólito e
obstrui a célula exigindo uma limpeza periódica. A solução mais comum é prover um sistema
de recirculação do eletrólito e uma caixa separadora. Este é um problema que a Europositron
alega ter resolvido satisfatoriamente.
A troca do anodo de alumínio gera diversas dificuldades, para garantir a vedação sem
criar obstáculos à operação normal da célula. A Alupower tem patente de um sistema com
cartucho que parece bem prático, pois torna a recarga mais simples sem requerer troca da
célula.
Finalmente, segundo informação ao autor, dada pelo Dr. Harry Knickle da
Universidade de Rhode Island, que fez avaliações em protótipos destas células, uma das
maiores dificuldades é que a reação produz elétrons mas também desprende hidrogênio como
reação secundária, dependo das condições de operação. Segundo ele, é bastante problemático
controlar esta reação secundária.
Uma verdadeira revolução está em andamento na área energética, estrategicamente
fundamental para a moderna sociedade tecnológica. Muitas novas tecnologias disputam a

supremacia em diferentes aplicações e nichos de mercado. As células combustíveis do tipo
Alumínio/Ar são uma possibilidade real e já encontram diversas aplicações comerciais.
4.3 PERSPECTIVAS PARA AS CÉLULAS A ALUMINIO
Além da célula Al/Ar, diversas outras possibilidades tem sido testadas, algumas já
com relativo sucesso, como: Al/peróxido de hidrogênio para veículos e equipamentos
submarinos; Al/permanganato, entre outras. Também diversas combinações de ligas de
Alumínio e adições no eletrólito tem sido experimentadas, principalmente para controlar a
taxa da reação e a formação de geléia do resultante hidróxido de alumínio.
Dentre as novidades recentes e possibilidades que merecem atenção podemos destacar:
Nova patente da Europositron
Submetida em Jul/2004 pelo finlandês Rainer Partanen, constitui uma novidade
importante em função da performance indicada pelo protótipo, porém ainda deverá ser
desenvolvido um modelo para demonstração. Trata-se de uma nova bateria, que pode ser
recarregada cerca de 3.000 ciclos, utilizando eletroquímica com base em nanotecnologia, com
as seguintes características: densidade de energia 2100 Wh/litro ou 1330 Wh/Kg, opera bem
entre –40°C e +70°C, vida esperada até 30 anos.
Para exemplificar suas vantagens, estima-se que um veículo elétrico como o EV1 da
General Motors poderia usar uma bateria de 60Kg ou 40 litros com capacidade de 80kWh,
suficiente para uma autonomia média de 780Km entre recargas. Entretanto, com as baterias
usadas pela GM, o peso do carro aumenta de 816 para 1550Kg, com autonomia limitada a
145Km trafegando em estradas. Ver www.europositron.com acessado em 06/01/2005.
Células para aplicações navais
Num primeiro fornecimento para a marinha canadense em 1992, a célula Al/Ar da
Alupower mostrou desempenho equivalente ao da célula a metanol da Ballard, ambas usando
oxigênio líquido no catodo, porém depois outras possibilidades foram preferidas. Mais
recentemente, em Agosto de 2004 a eVionyx ganhou duas etapas seguidas de uma
concorrência para a marinha americana desenvolvendo uma célula Al/Ar com energia
específica de 500Wh/Kg e altas densidades de corrente. É um grande mercado potencial.
Aplicações em veículos
Um artigo muito esclarecedor resume as pesquisas de YANG e KNICKLE. “Design
and analysis of aluminum/air battery system for electric vehicles” (Projeto e análise de células
Al/Ar para veículos elétricos). É apresentada uma avaliação do desempenho, descrição de
todo o processo de produção de alumínio e uma avaliação global de custos, considerando todo
o ciclo, com o reaproveitamento dos resíduos das células. Neste artigo foram relatados seu
desempenho e as vantagens comparativas com outros tipos de baterias.
Durante a década de 90 houve uma grande busca por uma bateria que permitisse as
montadoras oferecer um carro elétrico com desempenho e atratividade similar aos veículos
tradicionais de motor a combustão interna, porém aparentemente sem sucesso. A grande
novidade recente foi desenvolvida no MIT com base em tecnologia de nanofosfatos, que deu
origem a empresa A123Systems para fabricar novas baterias do tipo lítio-ion de alta
capacidade e baixo peso. A General Motors está contando com estas baterias para seu novo
veículo VOLT e planeja realizar os primeiros testes no início de 2008, prevendo a
comercialização do veículo até 2010. Ver www.A123Systems.com

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Só para não ser alterado, agora está sitado!

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117 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:08

h-roo


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ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:... Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

Com certeza Hugo, estamos nos preparando (pistolas d'água neles!) para receber os invasores, como também nos preparamos para receber papai Noel. Vão vir juntinhos e o Hugo de vaporeta atrás deles!

Eles jamais vão interferir ou negar teu livre arbítrio, que é a lei primeira no nosso plano Divino de vida .
Portanto, não serás obrigado a ascender para a 5ªD, poderás ficar na 3ªD. Invadidos pelos ETs nós o fomos a 13.000 anos. Agora virão os bons meninos dizer aos maus meninos que o tempo deles acabou. Ai tu fica com quem deles escolher...rsrs

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118 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:08

jonas.p.andrade escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:... Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

Com certeza Hugo, estamos nos preparando (pistolas d'água neles!) para receber os invasores, como também nos preparamos para receber papai Noel. Vão vir juntinhos e o Hugo de vaporeta atrás deles!
KKK rsrsrs, esse site esta ficando igual ao outro que desativaram.

É pior! Nau a deriva.

Eu fico imaginando se o criador desse furdunço passa por aqui para se divertir com o que é postado.



Última edição por ET-e-HHO-existe em Sab 24 Nov 2012, 20:11, editado 1 vez(es)

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119 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:09

h-roo escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:... Enquanto isso. mesmo voces discordando, estarão preparados pra receber nossos irmãos galácticos.

Com certeza Hugo, estamos nos preparando (pistolas d'água neles!) para receber os invasores, como também nos preparamos para receber papai Noel. Vão vir juntinhos e o Hugo de vaporeta atrás deles!

Eles jamais vão interferir ou negar teu livre arbítrio, que é a lei primeira no nosso plano Divino de vida .
Portanto, não serás obrigado a ascender para a 5ªD, poderás ficar na 3ªD. Invadidos pelos ETs nós o fomos a 13.000 anos. Agora virão os bons meninos dizer aos maus meninos que o tempo deles acabou. Ai tu fica com quem deles escolher...rsrs

Eu escolho o Papai Noel e vou pro polo norte!

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120 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:10

h-roo


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ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:
jonas.p.andrade escreveu:
marcelo.eletrotecnico escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

QUAL O PREJUIZO PARA A NOSSA EXISTENCIA?

Polui o solo, a água e o ar e desta forma contamina os organismos vivos, devido a seu efeitobioacumulativo, em toda a cadeia alimentar (trófica).

É absorvido pelos organismos vivos e vai-se acumulando de forma contínua durante toda a vida. Pela contaminação da água ou do solo, entra com facilidade na cadeia alimentar, representando um perigo para o homem que se alimenta de peixes ou aves dessas áreas.
Contamina o solo, o ar, a água e o lençol freático.
É bioacumulativo em toda a cadeia alimentar (trófica), provocando intoxicação nos seres humanos quando ingerirem peixes contaminados.

Não é o mesmo processo que expuz acima

Hugo, reduz a velocidade que tu tá atropelando os comentários. Tudo que está dito acima são palavras suas e não minhas, nem do Marcelo e nem do Jonas. Dá uma editada e lê o que tu posta antes de apertar o botão de [enviar]

Desatropela voce...as palavras tuas e do Marcelo eu deletei. As palavras acima são do Jonas sim, que eu respondi: "..Não é o mesmo processo que expuz acima.."

No que seria o vaporeto III, o Alydro, é apenas alumínio e vapor acima de 900º (alumínio derrete abaixo disso).
O único resíduo é o óxido de alumínio, reciclável, portanto sem nenhum risco ou poluição ambiental.

Hugo, não posso me furtar de passar toda essa matéria para o meu inimigo ambiental TT (Thomas T. Soares). Ele vai vir nos cascos te pegar, vai ser engraçado. Devo mandar um e-mail a ele?

Fica a vontade, mas cuidado para não fazer a mesma confusão que tu fez com o cálculo de torque...rsrs.
O Alydro não interfere na questão ambiental, é mais limpo que o HHO.

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121 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:15

h-roo escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

Hugo, não posso me furtar de passar toda essa matéria para o meu inimigo ambiental TT (Thomas T. Soares). Ele vai vir nos cascos te pegar, vai ser engraçado. Devo mandar um e-mail a ele?

Fica a vontade, mas cuidado para não fazer a mesma confusão que tu fez com o cálculo de torque...rsrs.
O Alydro não interfere na questão ambiental, é mais limpo que o HHO.

Vou te dar outro alvo para você se divertir, tirar o foco de nos dois, pobres coitados incompreendidos, e ter um chato a altura. Será que o TT acredita em disco voador? Como será o embate TT x ET (nesse caso seria o ET-existe e não o ET-e-HHO-existe)

ET-Existe= quem acredita na salvação ETziana
ET-e-HHO-existe= quem queria dizer que é tão provável que HHO funcione quanto a existencia de ETs.

Hugo! Do posto imediatamente acima, seguindo a lógica torquiana, então o HHO funciona? Pelo menos na 5ª dimensão funcionará?

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122 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:21

O TT é tão chato que nem para trocar farpas com o ET-Existe (Hugo) eu quero ele por aqui... Deixa ele na sua toca...

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123 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:23

Hugo, voltemos as duas técnicas que tu abordou, que eu inclusive gostei. (Lembresse o TT ficou com raiva de mim por gostar dessa ideia aluminiana)

Falemos mais do combustão/vaporzão, tu fez mesmo?

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124 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:28

h-roo


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ET-e-HHO-existe escreveu:
h-roo escreveu:
ET-e-HHO-existe escreveu:

Hugo, não posso me furtar de passar toda essa matéria para o meu inimigo ambiental TT (Thomas T. Soares). Ele vai vir nos cascos te pegar, vai ser engraçado. Devo mandar um e-mail a ele?

Fica a vontade, mas cuidado para não fazer a mesma confusão que tu fez com o cálculo de torque...rsrs.
O Alydro não interfere na questão ambiental, é mais limpo que o HHO.

Vou te dar outro alvo para você se divertir, tirar o foco de nos dois, pobres coitados incompreendidos, e ter um chato a altura. Será que o TT acredita em disco voador? Como será o embate TT x ET (nesse caso seria o ET-existe e não o ET-e-HHO-existe)

ET-Existe= quem acredita na salvação ETziana
ET-e-HHO-existe= quem queria dizer que é tão provável que HHO funcione quanto a existencia de ETs.

Hugo! Do posto imediatamente acima, seguindo a lógica torquiana, então o HHO funciona? Pelo menos na 5ª dimensão funcionará?

Mas como tergiversa...
Já resolveu a situação dos 4 parafusos roubados?...
Esse Tavares é foda...rsrs

Pessoal, deem mais atenção pra ele, está tão carente de reconhecimento que fica querendo me chutar...kkkkkk

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125 Re: Apresentação aos membros em Sab 24 Nov 2012, 20:29

ET-e-HHO-existe escreveu:Hugo, voltemos as duas técnicas que tu abordou, que eu inclusive gostei. (Lembresse o TT ficou com raiva de mim por gostar dessa ideia aluminiana)

Falemos mais do combustão/vaporzão, tu fez mesmo?

Hugo.
Também estou curioso, esse é aquele reator que você estava desenvolvendo a 7 chaves com seu pseudo sócio?
Mas nos diga deu certo?

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126 Re: Apresentação aos membros Hoje à(s) 04:07

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